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Um século de rotores e pás

Paul Cornu e a sua gerigonça, que se supõe ter funcionado, embora pouco


A 13 de Novembro de 1907, o francês Paul Cornu pilotou o seu protótipo de hélice dupla e fez o aparelho erguer-se no ar. A cerca de 30 centímetros do chão. Durante cerca de 20 segundos. Dizem.
Independentemente da dúvida, a maioria dos historiadores marca este feito como a data em que o homem testou pela primeira vez um helicóptero.
Claro que já antes o Homem conhecia a hélice - os chineses tinham brinquedos com hélices voadoras no ano 400 AC e Leonardo Da Vinci já desenhava máquinas voadoras baseadas no princípio da sustentação por efeito parafuso - mas só no início do século XX se conseguiu começar a pensar em transformar esse sonho em realidade.

Das primeiras máquinas hesitantes ao helicóptero como hoje o conhecemos foi questão de meio século.
Com o desenvolvimento da tecnologia e da mecânica graças ás necessidades da guerra, o helicóptero passou de um aparelho estranho para uma evoluída forma de transporte, capaz de dominar os céus como uma libélula. Hoje são máquinas indipensáveis, tanto no terreno de combate como na luta aos incêndios, na assistência médica e no transporte humano.

Qual o futuro? Falamos agora cada vez mais de carros flutuantes, tipo família Jetson, embora muitos digam que é impracticável. Seja qual for o futuro do helicóptero, uma coisa é certa: está muito próximo.






(Com os sinceros parabéns a Mário Moura, comandante dos ares e progenitor deste escriba)

Pois estive ausente, e então?

Estive uma semaninha ausente deste meu muy querido belógue, porque a vida tem outras prioridades que não a tagarelice digital.
Mas obrigado a todos os que enviaram mails a reclamarem alguma dignidade da minha parte em manter a coisa actual. Foram chatos como a potassa, seja lá o que isso quer dizer.
Se querem saber o que andei a fazer, não é da vossa conta.
Mas posso dizer que, além de andar empenhado numa nova peça de teatro que está cada vez mais perto de acabar de ser escrita (o Nuno "Karmatoon" Matos é um dos responsáveis pelo entusiasmo), andei às voltas com o mundo (que existe) para além da net.
Aproveito para algumas notas de rodapé:

- As sextas continuam quentes no "LiveIn", em Lisboa, perto da antiga torre da Galp na zona Expo. São as noites de comédia do Sindicato, com uma freguesia considerável, num espaço pequeno o suficiente para manter uma proximidade e um ambiente mais chegado. Vale a pena descobrir.
Claro que há mais espaços interessantes. Esta quarta-feira, por exemplo, vou estrear-me no "Coffee&Pot" de Alcântara. É por volta das 22:30. Ou 23, vá. Apareçam. Quanto aos restantes locais, vou avisando por aqui, não se preocupem.


Finalmente consegui fazer uma piada que andava entalada debaixo da língua há imenso tempo. Eu explico.
Os senhores da PT foram finalmente lá a casa instalar o novo serviço da rapaziada, o MEO. E fiquei espantado: funciona como dizem na publicidade. Um misto de TV+Net+Telefone via linha telefónica (não me perguntem como é que eles conseguem), o MEO deixou-me com um sorriso de orelha a orelha. Primeiro, como já disse, porque funciona. A net corre veloz, o telefone fixo está lá funcional como um futuro mono e a televisão tem boa imagem, fluída e com canais simpáticos. Mas o que vale mesmo a pena são os serviços secundários. Graças à sua box especial, o Meo permite gravar até 100 horas de emissão televisiva, fazer pause a qualquer momento na emissão em directo e retomar mais tarde, programar gravações até de séries completas e alugar vídeos on-line com o simples carregar de um botão e com preços que vão de 1€ a 3€ para 24 horas de disponibilidade. Muito bom, pelo menos até agora.

O que me leva à tal piada que andava louco para dizer.
Fui à loja da TVCabo e disse-lhes que queria cancelar todos os meus serviços com eles. Inevitavelmente, o funcionário perguntou-me porque razão eu queria deixar de ser cliente.
E foi aí, meus amigos, que me pude vingar:
"- Sabe, é que afinal vocês têm mesmo razão. Há coisas fantásticas. Estão é na concorrência."

Soube bem.

Uma agradável surpresa


Vou contar-vos um encontro inesperado que tive. Esta menina que podem ver aqui à vossa esquerda dá pelo nome de Jacqui Naylor e, apesar de já ir com seis álbuns lançados no mercado, só agora chegou a Portugal, com o lançamento do CD "The Color Five". Descobria-a por acaso, numa escuta aleatória na FNAC e não resisti a comprar o álbum, há coisa de um mês atrás. A miúda tem talento, deixem que vos diga. Entre o jazz vocal e o folk, tem um daqueles timbres difícil de categorizar, que tanto vai ao terreno dos graves femininos de Diana Krall como se pontua de tons doces e melódicos do estilo Marisa Monte. O álbum é, acima de tudo, divertido. Jacqui coloca-nos versões inesperadas num formato jazz, como "Loosing My Religion" dos REM ou "I Still Haven't Found What I'm Looking For" dos U2, e mistura-os com o clássico "Blue Moon" e alguns temas próprios.
Mas, se o álbum já marcou uma boa descoberta, qual não foi a minha surpresa quando fiquei a saber que ela ia estar cá, em Lisboa, para um showcase nas FNAC's... Sem grandes expectativas, lá me pus ontem a caminho do Colombo, para ver o que a coisa dava.
No café FNAC, entre meia-dúzia de clientes perdidos, dei de caras com Jacqui Naylor, tranquilamente a tomar um café. Claro que puxei conversa. A moça mostrou-se de uma simpatia inesperada. Californiana a viver em S. Francisco, disse que delirou com a ponte 25 de Abril (exactly the same bridge!)e que planeava dar um concerto a sério em 2008 em Portugal. Trocámos duas de treta e ela subiu ao pequeno palco com o seu pianista/guitarrista (excelente músico, por sinal) e cantou uma mão cheia de temas, para um público pequeno e para um ou outro mirone que lá ia espreitando a sala tentando perceber quem seria a cantadeira.
Surpreendeu, garanto-vos. Sozinha, de voz cristalina acompanhada ora ao piano ora à guitarra eléctrica limpa, Jacqui Naylor comprovou que, se a coisa prosseguir o seu caminho normal, vai facilmente competir com a popularidade de Diana Krall nos escaparates das lojas.
Vale a pena descobrir - espreitem o site oficial, onde podem ouvir o início das faixas de todos os seus álbuns.

Feist, a genial

Graças ao blog do meu caro amigo Karmatoon, fiquei a conhecer o mais recente vídeo da menina Feist, para o tem "1234". Num primeiro olhar, o vídeo parece rudimentar, mas não é. É, isso sim, uma lição de domínio. Feito num take único e sem recurso a efeitos especiais nem pós-produção digital, o clip mostra o que se pode fazer com uma grua, coreografia e noção de ângulos de câmera:

Para os tecnicamente curiosos, aqui fica o making-of:

Canoagem é seguro

Pois e não é que é mesmo? Ou este grande branco já estava de barriguita cheia ou então não gosta de plastic food. O mais curioso nisto tudo é a aparente descontracção do cavalheiro...

Sony Rolly

É a próxima novidade da Sony - um novo leitor de MP3... bastante particular. O vídeo explica tudo:

Dumbass do dia ou Imbecil of the day

Muito me custa quando, numa breve navegação na net, descubro um site estrangeiro com este vídeo, intitulado "Dumbass of the day". Realmente, é curioso quando o QI de alguém é inferior ao de portas automáticas, mas o pior é onde a cena se passa:


Portugal no seu melhor. Isto sim, é um cartão de visita.

Fantástico

Na sequência de algumas experiências on-line, o Sci-Fi channel convidou vários artistas a colaborarem num mundo virtual infinito. Não adianta colocar aqui imagens, tem que ser visto e experienciado.
Visitem este link e digam qualquer coisa. Pode demorar um pouco a carregar, mas garanto que vale a pena...

Plasticina. Quilos e quilos.

Os anúncios dos Sony Bravia continuam brilhantes. Desta vez, juntaram animação stop-motion a quilos de plasticina, no centro de Nova Iorque. Brilhante... e trabalhoso:

Já agora, aqui fica um teaser/making of do mesmo anúncio:

33

Algumas curiosidades sobre o número 33:

- idade em que supostamente Jesus Cristo fez o seu último e derradeiro espectáculo. Antes de subir a palco, terá dito ao MC Barrabás "Este vai ser de morte";

- número atómico do Arsénico que, quano bem utilizado, pode ser um potente veneno;

- maior número íntegro positivo que não pode ser expressado pela soma de números triangulares diferentes, o que parece interessante embora não faça a mínima ideia do que quer dizer;

- também é a idade com que morreu Alexandre o Grande, provavelmente envenenado. E se calhar, com arsénico;

- nome de uma canal de tv na Catalunha, parte da rede da TV3;

- número aproximado, em milhões, da população da Coreia do Sul;

- velocidade ideal (mais um terço) para tocar um LP de vinil;

- nome de uma das músicas do álbum "Mellon Collie and the Infinite Sadness" dos Smashing Pumpkins;

- A pressão aquática duplica a cada 33 pés de profundidade

- número de vértebras na coluna dorsal humana, por onde passam 33 pares de nervos;

- A Porta 33 é um projecto de produção de arte contemporânea que nasceu em 1989 no Funchal, Ilha da Madeira

- percentagem da superfície terrestre que é ocupada por desertos

- ano da estreia do "King Kong" original

- é o código internacional para a França

Ainda sobre sexta-feira, 12

Estive mais de duas horas e meia a fazer contas e apercebi-me que esta sexta-feira assinalo o meu espectáculo de stand-up em bares nº450. Já por várias vezes tinha andado às voltas com estes números e com as várias datas espalhadas em agendas e blogs e blocos, mas acho que é mesmo isto. Prometo que ainda virei aqui fazer um balanço, e tenho que preparar algo especial para o 500, em 2008...
Portanto, além de festejar 33 anos, festejo também o número de horas de vôo. Com tanta experiência, já devia ter aprendido algo... Irra!

Vidas on line


Todos os anos, a 17 de Junho e desde 1976, a família Golberg tira uma foto a cada um dos elementos. Em três décadas, vejam a evolução...

O vídeo do ano ou "Já não brinco mais"

SIC Notícias, Jornal das Dez. O senhor doutor Santana Lopes é convidado para comentar a situação do PSD, a política nacional e a qualidade da música de dança, se ainda houver tempo.
Porém, a pivot Ana Lourenço é obrigada a interromper por breves instantes a amena cavaqueira, para um directo do aeroporto na chegada de José Mourinho a Portugal.

Pois que o Pedrito não gostou.
Pois que o Pedrito amuou.
E pois que o Pedrito se foi embora:

Parece que o doutor Santana nunca fez televisão na vida e que não sabe o que significam as palavra "directo" e "actualidade". Ou se calhar até sabe, e por isso conseguiu sacar de um trunfo na manga e garantir que falassem dele e que os Gato o voltassem a usar brevemente para mais uns sketches.
Curiosamente, acho que é a primeira vez que ele dá uma tampa a uma miúda gira. Ou então gosta delas mais roliças e provincianas...

De boas intenções está o Top+ cheio

Párem tudo o que estão a fazer, desliguem o solitaire e chamem todos os seres vivos à vossa volta, antes de verem o vídeo abaixo. Aumentem o volume da colunas até ao limite possível. Sentem-se confortavelmente e relaxem.


Já está? Então já podem carregar em play.

Ora bem, aqui está o franco exemplo do que é uma boa produção musical em prol de uma nobre causa. À semelhança de nomes como Elton John, Bryan Adams, Sting e João Pedro Pais, estes dois cantautores, que presumo serem pai e filho (tipo Kelly Family na desintoxicação), decidiram abdicar do dinheiro fácil e de mais um hit single na MTV por uma criação artística altruísta, inspirada pelos anjos, envolvida de amor e carinho.

E, meus amigos, estes bardos dos tempos modernos não estão para meias medidas! Repare-se na qualidade estudada para este maravilhoso videoclip, com um décor inspirado na indústria têxtil. Observe-se a indumentária, um guarda-roupa cuidado, minunciosamente detalhado para manter o estatuto de estrela sem perder a ligação às classes sociais mais desfavorecidas.

E a música? Que dizer da música? Uma pérola, meus caros, uma pérola! O instrumental, uma mistura entre Paco de Lucia e Carlos Paredes! A voz, um misto de Kenny Rogers com o sempre imortal Marante!!!

Bis, bis, bis!

Se a miúda ainda estiver viva, espero que seja surda.

The boys are back in town

Mais algumas fotos da sessão com o Sindicato...

Miguel Branco

Sandro Pires


António Raminhos


Paulo Oliveira


Pedro Ribeiro


Hélio Branco


Gustavo "the Soundbox"


Guilherme Fonseca


Jorge Crespo
o senhorio deste blog
Vasco Correia, o smooth de Évora

Estes congressistas são loucos

Na sexta-feira estive num congresso de alunos de medicina para falar sobre duas coisas sobre as quais não percebo nada: sexo e humor. Para equilibrar as coisas, fui acompanhado pelo Luís Filipe Borges e pelo Fernando Alvim - assim o público não se sentiu muito defraudado.
Apesar de tudo, foi uma conversa fantástica, seguida de um jantar na companhia de jovens futuros médicos. Daqui a uns tempos, quando começar a precisar a sério de tratamento para os problemas naturais da minha idade, terei sempre a hipótese de tentar puxar uma cunha. Tenho que me lembrar disto quando for ao toque rectal, por isso convém tratar primeiro do sr. Alzheimer.
No meio de tanta coisa e tanta malta nova, verdadeiros marrões modernos da nova geração - simpáticos, bem-dispostos e inteligentes - apercebi-me claramente que estou a ficar velho. Há ali malta que quando eu acabei o secundário ainda estavam a aprender a ler. O raio do tempo passa e, para isso, não há remédio.
Onde é que eu pus a algália?

O verdadeiro significado de LOL

Eu sei: isto não se faz a ninguém e passado é passado, mas... não resisto. Ora vejam lá este arquivo da SIC:

As voltas que a vida dá... Já agora, um abraço para o Rocha, gajo que eu adoro (apesar desta minha maldade).

Realmente, a fé...

...não tem limites.

- Prémio "Agora é este mas amanhã vem cá o Elvis":



- Prémio "Rói-te de inveja, Darwin"


- Prémio "Com este curriculum, devia ser professor da Independente"

Cliquem na imagem para ler o fabuloso CV



Enviado por Z. (obrigado!)

Z de animal

O mister Z., amigo por herança e um dos melhores fotógrafos que percorre as vielas da semi-notoriedade deste país que não reconhece génios, encontrou-se comigo por acaso no outro dia num destes espaços culturais lisboetas que dão pelo nome de "praça da alimentação". Sempre armado até aos dentes, o dito cujo foi aproveitando a conversa para uns disparos ocasionais. E não é que o animal (que não tem outro nome e que no norte é uma forma de elogio) decide espetar a foto no seu blogue???

Eu, que não sou de tretas, fiz logo questão de me insurgir: não admito que o blog dele, casa muy digna e repleta de fotos magníficas, fique manchada com uma imagem de um pseudo-comediante velhaco armado de poupa acabada de acordar e cigarro naboca! É inadmissível!!!
Para compensar, dêem lá um saltinho ao Uma Por Rolo e descubram que o Z., apesar de tudo, é mesmo bom na arte da captura...