Pedro Alpiarça
Foi no fim de Setembro que o Pedro mais uma vez surpreendeu tudo e todos e voou para outros destinos. Uma morte trágica, inesperada. Teatral, até.
Dos que ali estiveram ontem, no familiar carinho da Cossoul, eu sou provavelmente o que menos tempo passou na companhia do Alpiarça. Dele guardo a memória de conversas densas mas despretensiosas, de um ser humano afável e sempre acessível, assim como de um actor com capacidades bem maiores do que para bonecos em séries de humor televisivas. Não é fácil, a vida de actor em Portugal.
Guardo-lhe o sorriso. Se há coisa que o Pedro espalhava, era o sorriso.
Mas agora, analisando os factos e revendo a história, percebo que era um sorriso que escondia muitos outros sentimentos, e se calhar nem todos tão felizes.
Vivemos num adiar constante.
Continuamos convencidos que amanhã ainda todos estaremos cá.
Adiamos constantemente aquele abraço, aquele tempo para ouvir.
Achamos que fazer uma pausa na nossa rotina para estar com alguém, só por estar, é uma aparente perda de tempo.
E caímos num erro de oratória constante: em vez de perguntarmos "Como estás?", avançamos sempre com um despachado "Tudo bem?". E esquecemos que, em ambos os casos, uma pergunta deve sempre ter uma resposta.
Para os que ficam, o relógio ainda tem corda.
Aproveitemos os minutos que restam.
Não vai rodar para sempre.
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O vídeo do ano ou "Já não brinco mais"
SIC Notícias, Jornal das Dez. O senhor doutor Santana Lopes é convidado para comentar a situação do PSD, a política nacional e a qualidade da música de dança, se ainda houver tempo.
Porém, a pivot Ana Lourenço é obrigada a interromper por breves instantes a amena cavaqueira, para um directo do aeroporto na chegada de José Mourinho a Portugal.
Pois que o Pedrito não gostou.
Pois que o Pedrito amuou.
E pois que o Pedrito se foi embora:
Parece que o doutor Santana nunca fez televisão na vida e que não sabe o que significam as palavra "directo" e "actualidade". Ou se calhar até sabe, e por isso conseguiu sacar de um trunfo na manga e garantir que falassem dele e que os Gato o voltassem a usar brevemente para mais uns sketches.
Curiosamente, acho que é a primeira vez que ele dá uma tampa a uma miúda gira. Ou então gosta delas mais roliças e provincianas...
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A minha idolatria é maior que a tua

Esqueçam o aeroporto ou o novo hipermercado da vossa freguesia, a maior obra de construção civil de Portugal já está em marcha e fica em Leiria. O novo santuário de Fátima é um gigante que já entrou em derrapagem financeira e ultrapassa neste momento os 80 milhões de euros, o dobro do previsto inicialmente.
Não tenho nada contra lugares de culto, até costumam ser locais agradáveis e limpinhos, dignos de qualquer inspecção da ASAE, mas devo confessar que me faz alguma confusão. A mim, que sou um mero exemplar classe média, 80 milhões de euros parece-me uma batelada de dinheiro, mais do que qualquer acumulado da Árvore das Patacas...
Não que dinheiro seja um problema para a Igreja Católica Apostólica Romana: os responsáveis eclesiáticos já garantiram que a facturinha vai ser paga a pronto, com o apoio de um fundo de investimento em acções que é gerido por uma instituição bancária do norte do país. Ou seja, a Igreja não só tem uma grande bolsa como também joga nela.
A mim só me restam algumas dúvidas, especialmente quando envolvo este projecto na minha cabecinha oca com conceitos como caridade e a tão proclamada acção social da Igreja. Porque me parece que, em vez de um templo maior para adorar ídolos (isto não era pecado?), talvez estes 80 milhões de esmolas fossem um bocadinho de nada mais úteis na luta contra a pobreza, em apoio a idosos, obras sociais, reintegração de pessoas sem-abrigo, fármacos para o terceiro mundo, e mais umas centenas de possibilidades.
Mas talvez não. Afinal de contas, Deus é conhecido pelo seu gosto por decoração de interiores e consta que o novo santuário vai ter um mural gigante belíssimo com talha de ouro - e não há pobrezinho que valha mais que um bom ornamento.
Se eu gostasse de criancinhas de uma forma mais afectuosa, deveria ter ido para padre. É uma excelente carreira. Venha a nós o vosso reino.
Amén.
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Au revoir!

Mais um mestre que abandona a sala:
Marcel Marceau, o rei dos mimos (1923 – 2007).
Este ano, a continuar assim, é o ano em que perdemos os grandes. Do cinema à música, do teatro à literatura, a coisa anda negra. Ou melhor, de luto.
Já agora, se quiserem, aqui fica o link para uma coisa rara, a voz de Marcel Marceau numa entrevista/conferência na Universidade de Indiana, em 2001 (presumo), onde fala da sua evolução, da comparação da arte do mimo à dança, do futuro da arte e várias outras coisas. Podem ouvir tudo ou apenas as partes que vos interessam, e está em formato RealPlayer.
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O tumor levou o tenor

Pavarotti entregou a voz à memória.
Provavelmente, porque não conseguiu fazer isto:
"How to Cope with Death" - maravilhosa surta de animação, vencedora de inúmeros prémios.
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Blindness
Já não é propriamente novidade mas é oficial e garantido: Fernando Meirelles, realizador de "Cidade de Deus" e "O Fiel Jardineiro", está a rodar "Ensaio sobre a Cegueira", de Saramago.
Enquanto aguardamos o filme, nada melhor do que ir espreitando o dia-a-dia do processo, uma vez que o realizador rasileiro criou um blogue onde vai publicando o "making-of" da película. Novidade: Danny Glover parece estar confirmado no projecto.
Chama-se "Diário de Blindness" e pode ser visitado aqui!
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Activistas de penico
Deliciei-me hoje com uma entrevista do Jornal das 9, na Sic Notícias, ao suposto porta-voz do suposto movimento "Verde Eufémia", conduzida por Mário Crespo, num estilo capaz de fazer inveja ao mais astuto inquisidor da Statsi e onde só faltava um parceiro a Crespo para, num jogo good cop/bad cop, sacarem Toda A Verdade ao ecologista franzino.
Foi cerca de meia hora, em directo, com um Mário Crespo a ponto de caramelo (estilo mais um segundo e esbofeteio-te, ó canalha comuna!) e um tal de Gualter Batista em ponto sem retorno (estilo este gajo no 6o Minutos parecia mais afável).
Foi um daqueles momentos televisivos que ficam para a história da comunicação: um pivot de dedo em riste, um auricular alto demais com um editor algures numa cabine prestes a estourar as cordas vocais, um entrevistado escorregadio como truta fresca e uma conversa de surdos. Obrigadinho.
Mas serviu de mote para uma reflexão sobre toda esta história dos tais activistas que destruiram cerca de um hectare de milho transgénico na Herdade da Lameira, Silves.
Não vou aqui desenrolar teorias sobre as benesses ou impactos negativos dos alimentos transgénicos, tanto mais que toda essa polémica ainda continua bem acesa e alvo de intensa discussão por parte dos especialistas - coisa que eu não sou.
Mas gostava de deixar umas sugestões à rapaziada da associação (chamar-se-ão eufemistas?), ao senhor Miguel Portas (que entretanto também se meteu ao barulho) e aos agricultores que investem neste género de cultivo.
Tomem notas:
1º Párem de chamar a estas iniciativas desportivas (são evidentemente provas todo-o-terreno) "acções de desobediência civil". Procurem nomes mais impactantes, poéticos, como "Exibição de Bio-terrorismo classe-média" ou "Campeonato de Galga-Milho para Mascarilhas". Desobediência Civil é tomar banho nas fontes públicas ou não lavar as mãos depois de urinar, por exemplo;
2º Por uma questão de credibilidade, arranjem um porta-voz que não se chame Gualter e que se pareça menos com um tesoureiro da associação de estudantes de escola de design. Procurem alguém mais impactante e contundente: ouvi dizer que o Manuel Subtil está disponível. Ou o Nel Monteiro, que serve sempre de ameaça suplementar;
3º Sejam coerentes e continuem a modelar todas as vossas acções pela filosofia que vos orienta. Podem entrar em churrascarias-rodízio e espetar garfos nos olhos dos clientes ou aproveitar a indumentária e ir pelas carruagens do Metro fora a roubar os telemóveis dos incautos passageiros (os telemóveis contribuem para o aquecimento global e emitem radiações). Ah, esqueçam esta última, recordo-me agora que isto já há quem faça (concerteza alguém da Quercus);
4º Uma grande técnica para conseguirem ainda mais tempo de antena televisivo é optar por homens-bomba, como os extremistas-muçulmanos (que não comem porco). Isso sim, é que era aviar campos de milho, além de dar um uso apropriado aos vossos associados;
5º Relembro por último aos agricultores visados que existe um remédio extraordinário contra jovens mimados armados em activistas greenpeace de trazer por casa, que é indolor para a quem a usa e que garante resultados fantásticos contra a invasão de propriedade privada, especialmente quando usada a curtas distâncias. Chama-se "caçadeira".
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Dark Road
Annie Lennox está de volta!
O novo álbum da diva, agora com 53 anos, chama-se "Songs of Mass Destruction" e estará à venda dia 1 de Outubro. Por enquanto, primeiro single é este brilhante "Dark Road". Aumentem o volume, carreguem em play e relaxem:
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A fuga é em Agosto

Se tudo correr conforme os meus planos, é este mês que desapareço, como mestre escapista. Não estranhem a ausência. Volto em Setembro, o mais tardar...
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O maior funeral de todos os tempos
Quando Graham Chapman faleceu, os Monty Python já tinham atravessado o deserto dos conflitos e estavam definitivamente "aposentados" como grupo. Juntos no funeral, fizeram aqueles que são os melhores discursos de enterro de todos os tempos. Verdadeiramente notáveis, e que só provam que o humor é muito mais do que um stress relief: é uma forma muito, mesmo muito séria de encarar a vida.
Quando eu quinar, espero o mesmo. No mínimo.
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A magia da Roda
Inventámos a roda há tanto tempo, que já era altura de a reinventar. Aliás, esta ideia tem tanto de simples como de brilhante, ao ponto de nos colocar a clássica questão "Como é que ninguém se lembrou disto antes?"
O brinquedo chama-se "Magic Wheel" e ainda só está à venda on-line para habitantes do Reino Unido, por cerca de 250 euros. Mas calma: em breve estará disponível para o resto da Europa.
Consiste, essencialmente, nisto: uma roda grande, com uma pequenina de apoio. Por uma simples questão de equilíbrio de pesos, a roda mantém-se vertical, encostada ao utilizador. E é claro que quero uma!
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Hang Drum

Este instrumento chama-se Hang e foi inventado no ano de 2000, fruto de um estudo aprofundado de vários instrumentos dos quatro cantos do mundo... e tem um som simplesmente inacreditável! Ora vejam... e oiçam!
Se tal como eu já estão a pensar em comprar um, desenganem-se: além de custar cerca de 1500 euros, o hang drum está com uma fila de espera até 2008, uma vez que os seus dois únicos artesãos fabricantes já não têm mãos a medir...
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Quando o Inverno Chegar
É daquelas coisas que raramente se tem oportunidade de ver - a união de grandes novos talentos para uma grande produção teatral.
Está em cena no teatro São Luiz, em Lisboa e até 30 de Junho, a peça "Quando o Inverno Chegar", que reúne em palco nomes como Nuno Lopes, Beatriz Batarda, Gonçalo Waddington e Dinarte Branco. Como se não bastasse, a encenação é de Marco Martins, o realizador de "Alice", que se estreia nas lides teatrais, e o texto é de um dos grandes novos escritores portugueses, José Luis Peixoto (já leram o "Cemitério de Pianos"?).
O que é que falta?
Público. Não sei se por falta de divulgação ou se por puro e simples azar, mas este sábado a sala do São Luíz contava apenas com cerca de trinta almas penadas e pagantes de bilhetes. Sala practicamente vazia, portanto, capaz de provocar vergonha alheia. Quando as luzes se acenderam, no fim, dava vontade de subir ao palco e pedir desculpa aos actores. Eles estiveram tão bem e nós,os poucos de nós que ali estávamos, tentámos bater palmas com mais força, a ver se enchíamos um pouco mais a sala.
A peça é, de facto, muito boa. Comprida (duas horas e meia), mas muito boa, com um texto brilhante, quase beckettiano, bem interpretado, bem encenado.
A cenografia, de João Mendes Ribeiro, é assombrosa: no palco do S. Luiz ergue-se uma floresta de gigantes troncos, com um sanatório de três pisos no centro, embalado num desenho de luz muito bem conseguido.
A acompanhar a peça, lá atrás dos arbustos, semi-escondidos, um quinteto musical clássico, pontuado ocasionalmente pela presença da cantora lírica Carla Simões.
Muito bom. Em grande.
Se estiverem em Lisboa ou se puderem cá vir, comprem bilhete e vejam "Quando o Inverno Chegar". Merece.
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A visitar
Plano A:
Não creio que já aqui vos tenha dito isto, mas o blog "O Nascer do Sol", apesar do título, é um dos meus favoritos. Pelo prazer de escrever, ler e saborear alguns pecados, o raio do blog parece que passa despercebido no meio desta nossa deprimente blogosfera nacional, e é pena. Por outro lado, ainda bem. Há coisas que, por serem tão agradáveis, não convém que dêem muito nas vistas. Deixemo-lo assim - sóbrio e discreto.
Reservem alguns minutos e visitem-no. E leiam.
Plano B:
Ver o melhor da publicidade no 24 Hour, um blog sempre em cima do acontecimento.
Plano C:
Não há plano C.
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A Força ainda está connosco
AVISO: ANTES DE LEREM ESTE POST, CLIQUEM EM PLAY:
25 de Maio. Há precisamente 30 anos, em 1977, um jovem e falido realizador chamado George Lucas dava início ao que viria a ser uma revolução no cinema.
Foi realmente "A long, long time ago" no que agora parece uma "galaxy far, far away". como já devem ter percebido, também eu sou um devoto de Star Wars. E não podia deixar passar esta data sem a devida vénia.
Porque é que um filme é tão importante? Bom, por vários motivos. Pelo que representa, pelas transformações que provocou, pelo imaginário a que deu origem e por ser a faísca que deu o arranque ao novo cinema do século XX.
É mais do que um filme de ficção científica. É um marco na cultura humana.
Exagero? Não. Vamos por partes, e comecemos pelo filme em si.
Começou por ser um projecto de um puto rebelde, em que ninguém acreditou. Aliás, estavam todos tão convencidos do insucesso d'A Guerra das Estrelas, que a Fox deu de bandeja todos os direitos do filme a George Lucas. E ainda bem: o filme foi um sucesso tão estrondoso que, graças às receitas e ao merchandising, Lucas conseguiu fundar o seu império cinematográfico.
Porque é que o filme é tão bom? Porque conjuga várias referências universais e eternas. Começa como um conto de fadas, um "Era uma vez" numa galáxia muito, muito distante. E arrisca-se a juntar a naves espaciais toda essa mitologia dos contos de fadas: está lá a princesa, o cavaleiro herói, o império, os bruxos, a magia... Como se não bastasse, Lucas ainda lhe acrescenta referências várias, dos filmes de guerra a "Casablanca", dos samurais aos westerns, dos piratas aos espiões. Está lá tudo. Os maus são mesmo maus (e vestem-se de preto), os bons são mesmo bons (vestem-se de branco), e por aí fora.
É delicioso. Esqueçam os sintetizadores e a música futurista - o universo de Star Wars faz-se com a melhor orquestra clássica, e o universo é salvo ao som de violinos. Perfeito.
Junte-se a toda esta receita toques de classicismo - o filho que nega o pai, os irmãos que se apaixonam, a tentação do mal, a subjugação ao poder, o misticismo... e monstros e seres tão pérfidos como um minotauro ou semelhante. Ah, e é claro: grandes batalhas espaciais: 

Estava lançada a pedra no charco. Os fãs de cinema abraçaram Star Wars como algo que nunca tinham visto, uma gigantesca história de aventura e fantasia, com todos os ingredientes certos.
Dos bonequinhos em caixas de cereais aos grupos de fãs (existem vários conselhos Jedi, inclusive existem batalhões de tropas "Star Wars" devidamente organizadas por todo o planeta), George Lucas seguiu para os outros episódios da saga e para a construção do seu império pessoal.
Hoje, é um dos maiores nomes de Hollywood. Vejam só algumas das ramificações que surgiram de Star Wars:
Skywalker Studio - empresa de som criada no próprio ano de 1977, graças às necessidades específicas do filme. Foi esta empresa que depois criou o sistema de som THX, grande concorrente do Dolby Surround.
LucasFilm - a produtora criada para o filme, que produziu toda a saga e que esteve na origem de várias outras grandes produções, como Indiana Jones.
Industrial Light & Magic - a maior empresa de efeitos visuais do mundo, que posteriormente idealizou, construiu e desenvolveu novas técnicas de animação computadorizada (e não só) e que deu origem a coisas como os estúdios da Pixar, o sistema AVID, etc, etc, etc... Aqui fica um vídeo com um brilhante exemplo de tecnologia 3D desenvolvida por eles:
Graças a Lucas e a Star Wars, surgiram também nomes como David Fincher (começou lá como cameramen), Steve Jobs, John Lasseter, Barry Levinson, Philip Kaufman e muitos outros, além da colaboração mútua e do devido empurrão a Steven Spielberg.
De génios do cinema a técnicas e tecnologias inovadoras, de software revolucionário (até o Photoshop fica a dever a este filme), Star Wars marca o cinema e a história cultural do século XX como poucas outras coisas o fizeram.
Parabéns, e may the force be with you...
Observação Final: haverá música que melhor simbolize o Mal... do que esta?
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6 bilhões, 5 estrelas

Poderoso site: 6 Billion Others é daqueles projectos que merecem toda a atenção. Depoimentos de pessoas de todo o mundo, sobre sonhos, medos, amor, esperanças. É a Internet a reduzir fronteiras. Vejam e comentem!
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Guia da Terra

De origem japonesa, este guia digital em inglês é um óptimo manual sobre... o nosso planeta! Explorem o Earth Guide!
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R.I.P.

Já vai tarde mas aqui fica a vénia merecida:
No dia 10 de Março deste ano, o comediante Richard Jeni saíu definitivamente dos palcos com a ajuda de uma arma de fogo.
No ano do seu 50º aniversário, Jeni estava num novo pico de carreira, com grandes novos projectos para a HBO, entre outros, mas a doença falou mais alto e foi vencido pela depressão e pela psicose.
Foi o comediante que mais vezes pisou o chão do "The Tonight Show" e escreveu material de primeira categoria para outros grandes nomes - incluindo o famoso set das "palavras proibidas em televisão" de Lenny Bruce.
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o b r i g a t ó r i o
Aviso ao Norte:
Está outra vez em cena até ao dia 18 a peça "Cara de Fogo", pelo Teatro Universitário do Porto, no Museu do Carro Eléctrico. Os bilhetes são baratos demais para o espectáculo que é. Merece ser visto. Vão. Assistam. Levem gente. E não se queixem de que não há coisas boas no norte. Upa. Ainda aí estão? Andor! Vá, antes que esgote! Upa. Corda nas perninhas!
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