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Ele há gente com talento

Primeiro ouçam a tempestade e depois, relembrem a música.

Aumentem o volume dessas colunas!

Prozac Musical!

Jovem!
Estás abatido? Sentes-te deprimido?
Se pensas que a tua vida não presta e que nada vale a pena...
...lembra-te que há sempre poesia!
Ah, e também há este tipo de videos, que servem de Prozac instantâneo:

Pérola musical oferecida graças ao blogue do meu amigo Nuno.
Em caso de persistência de sintomas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Ena pá, que isto soa mesmo bem, não é como aqueles que parecem mas não são

Graças ao blog do camarada Nuno, fiquei a dançar com o novo trabalho do senhor Jamie Lidell.
Ora escutem, e se quiserem saber mais, visitem o blog do referido Karmatoon.

Coisas que não se fazem a ninguém

É indecente, eu sei, mas vale a pena ouvir.
Já alguma vez assistiram a concertos "ao vivo" onde a cantora salta, rodopia, esmifra-se toda e mesmo assim parece conseguir cantar na perfeição? Então que tal agora cortar todo o som do espectáculo, menos o do microfone da vocalista?
A experiência aqui fica, com Britney Spears:

Sábado a cantar

Roubado ao blog do Nuno, aqui fica a melodia (e a letra) que vou cantar este fim-de-semana...


Thomas Dybdahl - B a Part


Hey man, don't feel sad
there's never been anything to worry about
think of all the times
when things have just seemed to work out

no matter how pathetic you are

Don't let this man go down tonight
cause it's all going to work out right

So man, you've had it rough
but there's no point in just beating around the bush
do something with your life
we're all a part
happy or sad
it doesn't make a difference whether you had it all

If it's all gone bad

Don't let this man go down tonight
don't let this man go down tonight
just let yourself be part tonight
don't let yourself go down

Mais um smoke...

...on the water.
Depois da versão japonesa, que coloquei aqui há uns dias, aqui segue a versão caliente:

Cha cha cha.

Novo Ford Focus

O anúncio merece um post; uma orquestra feita com... partes do carro:

De ficar com os olhos em bico

E que tal agora uma versão japonesa de "Smoke On the Water", dos Deep Purple?
Ah pois é! Desta não estavam vocês à espera...

E aqui fica o original, só para termo directo de comparação:

Sonoro presente

A todos os muy nobres visitantes deste blogue,
com os cumprimentos da gerência e votos de uma quinta-feira satisfatória:

Para quem tiver placas de acesso TMN e quiser evitar o doloroso sofrimento de carregar um vídeo do Youtube, a coisa também se pode traduzir na letra:

Words are flying out like
endless rain into a paper cup
They slither while they pass
They slip away across the universe
Pools of sorrow waves of joy
are drifting thorough my open mind
Possessing and caressing me

Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world

Images of broken light which
dance before me like a million eyes
That call me on and on across the universe
Thoughts meander like a
restless wind inside a letter box
they tumble blindly as
they make their way across the universe

Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world

Sounds of laughter shades of life
are ringing through my open ears
exciting and inviting me
Limitless undying love which
shines around me like a million suns
It calls me on and on across the universe

Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world

de "Across the Universe", dos Beatles.
Para quem se está a perguntar, "Jai guru deva om" é um mantra, que é uma expressão ou palavra utilizada em meditações para alcançar melhor o resultado da concentração, relaxamento e contemplação que se busca. Esta música foi escrita por John Lennon durante uma viagem à India em 1968, quando os Beatles estavam a aprender meditação transcendental com o o guru Maharishi Maheshi Yogi. Sem pedaços. Já agora, um abraço ao Helder, que sabe certamente isto melhor que eu.

Aumentem esse volume!!!

... e afastem as cadeiras e chamem os amigos e dancem e percebam porque é que o Bruce ainda é o Boss!!!

É o patrão Springsteen ao vivo em Dublin com "Pay Me My Money Down"... e vejam o final, brilhante!
Com um abraço para o Nuno Matos e com muita pena para as bandas portuguesas mas... quem sabe, sabe.

E pronto, agora sosseguem e relembrem o melhor momento do Live8, pelas mãos de Annie Lennox:

O vinil está... vivo!

Ora aí está uma ideia para tipos como eu, cheios de saudade dos bons discos de vinil:





Vejam mais em vinyl-sleeve-heads!

Bora lá começar esta porra deste novo ano com coisas inspiradoras como por exemplo um título grande demais para um blog e uma musiquinha interessante


O rapaz chama-se Paolo Nutini e, como devem adivinhar pelo nome, é... escocês.
Quem quiser mais, pode sempre ir ao site oficial do moço.
Bom 08 para todos!

Paciência

É um dos grandes compositores brasileiros da actualidade e, um pouco para repor justiça e tentar limpar o crime que o João Pedro Pais e a Mafalda Veiga lhe fizeram, aqui fica a versão original. A versão limpinha. A versão certa:





Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...


Seu Jorge, em grande


Chegou e conquistou, o senhor Jorge Mário, aka Seu Jorge. Ontem, perante um Coliseu de pé e pronto a dançar, o brasileiro encerrou a sua digressão por Portugal.
A primeira parte ficou a cargo do português mais brasileiro possível, JP Simões, que conquistou facilmente a plateia com o seu estilo Chico Buarque se fosse lusitano, apesar de um som aquém do desejado - alguns feedbacks inadmissíveis ao longo da sua actuação. Apesar desta "traição técnica", JP Simões portou-se à altura e aqueceu bem a sala, e com muito sentido de humor à mistura: "-Agora gostava de vos apresentar a banda mas no fundo eu não vos conheço".
Intervalo de 15 minutos e é a vez da cortina subir para Seu Jorge, acompanhado por duas dezenas de músicos (!). A coisa ficou clara à partida: o homem explica que este é o último dia da digressão e que iria ser o melhor espectáculo de todos. E haja pernas para esta pedalada, três horas non-stop de samba, rock-funk, pop favela, com direito a meia-hora pelo meio de Seu Jorge a solo com o violão.
Deu para ouvir de tudo, desde sucessos como "São Gonça" a "Carolina", até aos temas do novo álbum "América Brasil". No final, Seu Jorge saíu e o público subiu a palco, para sambar no meio dos músicos, e o Coliseu virou avenida, num ambiente de perfeita loucura e muito pagode.
Para aguçar apetites de quem não esteve lá e para matar as já saudades de quem ainda boceja depois de uma noite mal dormida mas bem compensada, aqui fica um dos singles desse mesmo novo trabalho. Chama-se "Burguesinha":

Salve Jorge...

Uma agradável surpresa


Vou contar-vos um encontro inesperado que tive. Esta menina que podem ver aqui à vossa esquerda dá pelo nome de Jacqui Naylor e, apesar de já ir com seis álbuns lançados no mercado, só agora chegou a Portugal, com o lançamento do CD "The Color Five". Descobria-a por acaso, numa escuta aleatória na FNAC e não resisti a comprar o álbum, há coisa de um mês atrás. A miúda tem talento, deixem que vos diga. Entre o jazz vocal e o folk, tem um daqueles timbres difícil de categorizar, que tanto vai ao terreno dos graves femininos de Diana Krall como se pontua de tons doces e melódicos do estilo Marisa Monte. O álbum é, acima de tudo, divertido. Jacqui coloca-nos versões inesperadas num formato jazz, como "Loosing My Religion" dos REM ou "I Still Haven't Found What I'm Looking For" dos U2, e mistura-os com o clássico "Blue Moon" e alguns temas próprios.
Mas, se o álbum já marcou uma boa descoberta, qual não foi a minha surpresa quando fiquei a saber que ela ia estar cá, em Lisboa, para um showcase nas FNAC's... Sem grandes expectativas, lá me pus ontem a caminho do Colombo, para ver o que a coisa dava.
No café FNAC, entre meia-dúzia de clientes perdidos, dei de caras com Jacqui Naylor, tranquilamente a tomar um café. Claro que puxei conversa. A moça mostrou-se de uma simpatia inesperada. Californiana a viver em S. Francisco, disse que delirou com a ponte 25 de Abril (exactly the same bridge!)e que planeava dar um concerto a sério em 2008 em Portugal. Trocámos duas de treta e ela subiu ao pequeno palco com o seu pianista/guitarrista (excelente músico, por sinal) e cantou uma mão cheia de temas, para um público pequeno e para um ou outro mirone que lá ia espreitando a sala tentando perceber quem seria a cantadeira.
Surpreendeu, garanto-vos. Sozinha, de voz cristalina acompanhada ora ao piano ora à guitarra eléctrica limpa, Jacqui Naylor comprovou que, se a coisa prosseguir o seu caminho normal, vai facilmente competir com a popularidade de Diana Krall nos escaparates das lojas.
Vale a pena descobrir - espreitem o site oficial, onde podem ouvir o início das faixas de todos os seus álbuns.

Feist, a genial

Graças ao blog do meu caro amigo Karmatoon, fiquei a conhecer o mais recente vídeo da menina Feist, para o tem "1234". Num primeiro olhar, o vídeo parece rudimentar, mas não é. É, isso sim, uma lição de domínio. Feito num take único e sem recurso a efeitos especiais nem pós-produção digital, o clip mostra o que se pode fazer com uma grua, coreografia e noção de ângulos de câmera:

Para os tecnicamente curiosos, aqui fica o making-of:

Para a minha caracóis

Eu sei que esperas por mim
Como sempre, como dantes
Nos braços da madrugada
Eu sei que em nós não há fim,
Somos eternos amantes,
Que não amaram mais nada

Eu sei que me querem bem
Eu sei que há outros amores
Para bordar no meu peito
Mas eu não vejo ninguém
Porque não quero mais dores
Nem mais batom no meu leito

Nem beijos que não são teus
Nem perfumes duvidosos
Nem carícias perturbantes
E nem infernos nem céus
Nem sol nos dias chuvosos
Porque 'inda somos amantes

Mas Deus quer mais sofrimento
Quer mais rugas no meu rosto
E o meu corpo mais quebrado
Mais requintado tormento
Mais velhice, mais desgosto
E mais um fado no fado

Camané - Mais Um Fado No Fado

Radiohead - os maiores... e mais baratos


E finalmente os Radiohead estão de volta com novo álbum, "In Rainbows", e desta vez com uma revolucionária estreia mundial ao nível da comercialização.
A banda pura e simplesmente decidiu assassinar o processo tradicional das editoras e colocou desde ontem o álbum à venda on-line. Mas não tem nada a ver com a compra de faixas no iTunes - não, quem quiser comprar compra o álbum todo num ficheiro zip.
Mas a surpresa não é esta. A grande surpresa é que o álbum... não tem preço.
Depois do utilizador se registar no site, pode aceder à página de compra, onde decide quantos álbuns quer comprar, como habitualmente, mas desta vez o espaço onde deveria surgir o custo final está em branco, sendo o utilizador que o tem que preencher. A frente deste espaço, apenas um ponto de interrogação.
Surpreendido com o "novo sistema" e sem perceber quanto custaria o álbum, cliquei no ponto de interrogação, para tentar perceber o valor da coisa, e apareceu-me a seguinte mensagem:
"It's up to you".
Não satisfeito, voltei a clicar no pontinho de interrogação e
"No, really, it's up to you".
Espantado, fiz uma breve pesquisa na net e percebi que a banda deixa à disposição dos fãs quanto querem pagar pelo álbum.
Claro que há um mínimo: £0.45, cerca de 65 cêntimos, que é para pagar a taxa do Visa. Mas basta. Quem quiser que eles enviem o álbum para casa terá que sustentar o custo mínimo do transporte, e por cerca de 40 euros recebe a edição deluxe, que além do álbum contém dois vinis e um pequeno book exclusivo...
Tem havido uma grande discussão em fóruns onde os fãs argumentam qual o valor mínimo e digno para dar directamente à banda mas, em comunicado, os Radiohead já disseram que deixam isso à escolha do freguês e que não fará grande diferença em relação ao que a banda ganharia no comércio tradicional.
Por isso, meninos, corram para o site InRainbows e façam download do álbum, em vez de piratear. Ah, e não sejam forretas - gastem mais de um eurito, que vale bem a pena...
Isto sim, é revolução digital.

Presentinho de fim-de-semana

Bem, já que nestes finais de Setembro o meu blog mais parece uma montra do YouTube, decidi completar esta sequência com um presentinho a todos os meus poucos e bons visitantes:

Lhasa, Lhasa de Sela, é uma norte-americana do Estado de Nova Iorque que na infância percorreu meio mundo e que vai buscar ao México grande parte das suas raízes, num universo imaginário que assenta sobretudo na sensibilidade, na emoção contida e na fenomenal capacidade de reduzir temas à extrema simplicidade.
Ah, e o videoclip tamém é belíssimo.
Bom fim-de-semana e obrigado pela preferência - a gerência agradece. :)

Genial

Como é que é possível não gostar disto?

I rest my case.