Para 2006

If you knew that you would die today,
Saw the face of god and love,
Would you change?
If you knew that love can break your heart
When you're down so low you cannot fall
Would you change?
How bad, how good does it need to get?
How many losses? How much regret?
What chain reaction would cause an effect?
Makes you turn around,
Makes you try to explain,
Makes you forgive and forget,
Makes you change?
If you knew that you would be alone,
Knowing right, being wrong,
Would you change?
If you knew that you would find a truth
That brings up pain that can't be soothed
Would you change?
Are you so upright you can't be bent?
If it comes to blows are you so sure you won't be crawling?
If not for the good, why risk falling?
Why risk falling?
If everything you think you know,
Makes your life unbearable,
Would you change?
If you'd broken every rule and vow,
And hard times come to bring you down,
Would you change?
Tracy Chapman

Hoje, Casino

É hoje, pelas 22:30, no Casino da Figueira da Foz.
É o meu último espectáculo em 2005 - apareçam.

Riscos Pedidos

Decidi inaugurar uma nova secção neste modesto belógue.

Usem a zona de comentários para pedirem um tema e eu trato do assunto; poderá ser um texto, uma imagem, um vídeo ou uma música, mas que arranjo, arranjo.

Estão abertas inscrições.

Em Agenda

Esta 5ª feira, 29 de Dezembro, despeço-me de 2005 com um espectáculo no Casino da Figueira.
O show está incluído no ciclo "Barriga de Riso" e a entrada é livre, a partir das 22h!

Conto contigo?

O que é que te impede?

"Achas realmente que alguma vez vais conseguir fazer isso? Não achas que são projectos a mais? Já te apercebeste que estás em Portugal?"

Nenhum obstáculo te pode impedir. No máximo, pode atrasar-te.

Se apagares os teus sonhos, o que é que te resta? A rotina? O percorrer dos dias apenas porque andas cá?
Quando desistes dos teus sonhos, desistes da tua identidade.

Não interessa se vais chegar ao objectivo.
O que interessa é que, independentemente da possibilidade de êxito, não te resta nenhuma hipótese válida senão correr para ele.
Lutar pelos teus sonhos não garante que os vais alcançar.
Mas garante que permaneces humano. Que permaneces tu.

Vives num mundo onde o mais fácil é deixares de ser tu.
O mais fácil é seres mais um na multidão descolorida, mais uma máquina ambulante produtora de fezes e urina cujo organismo se desgasta de minuto a minuto.

Não interessa se realmente vais concluir os teus projectos ou alcançar os teus sonhos.
O que interessa é que, ao desistires deles, estás a esvaziar a vida do seu sentido.

És o hamster na roda. Sabes que nunca vais chegar a lado nenhum.
Mas se não correres, a roda fica parada.
Uma roda parada não faz sentido. É menos roda.

Everyone has had more sex than me

O coelhinho mais amoroso do mundo e com problemas sexuais.
Cliquem aqui.

O meu ídolo?

Perguntaram-me recentemente se tenho algum ídolo.
Tenho.
É este fulano:
http://www.albinoblacksheep.com/flash/numa.php

Espreitem e comentem. Ele é grande.

Ena, ena, mais prendas!

Eu, no fundo, sou um mãos-largas.
Ora não é que me assolou a loucura e deu-me para vos oferecer mais umas coisitas nesta quadra?
Ai, o doido...
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Primeiro, música que vem da República Checa (?!)

Estes meninos chamam-se Khoiba e fazem umas coisas que se ouvem com outras coisas electrónicas, além de ainda por cima terem um site giro. São um quarteto que mistura batidas trip-hop com melodias de fazer inveja. Constituição da equipa em campo: Ema Brabcová, na voz; Filip Míšek, nas guitarras e sintetizadores; Petr Šámal no baixo; e Jan Malich na bateria. Este tema chama-se song_restart. Saquem e ouçam.



A muy grande Björk decidiu entregar o tema "Desired Constelation", do àlbum "Medusa", às mãos criativas de gente amadora. Um dos resultados foi este:
::Björk - Desired Constellation (dark jedi mix)

Isto é que são presentes blogueiros, ahn? Hum? Não é?
Se continuo assim, qualquer dia até sou um gajo fixe.

Esquadros

Eu ando pelo mundo prestando atenção
Em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores
Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção no que meu irmão ouve
E como uma segunda pele, um calo, uma casca
Uma cápsula protetora
Eu quero chegar antes
Pra sinalizar o estar de cada coisa
Filtrar seus graus
Eu ando pelo mundo divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome dos meninos que têm fome
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
(Quem é ela? Quem é ela?)
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle
Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm para quê?
As crianças correm para onde
Transito entre dois lados, de um lado
Eu gosto de opostos
Expondo meu modo, me mostro
Eu canto para quem?
Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê?
Minha alegria meu cansaço?
Meu amor, cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado

Adriana Calcanhoto

A todos os que me mandam sms de Natal

- Obrigado mas já chega.

Estou a ficar cansado de ouvir os "piu-piu's" de mensagem recebida e começo a sentir o polegar dormente de as apagar em seguida - ainda arranjo uma espondilose nas falanges e acabou-se a guitarrada.

Não é que leve a mal, entendam-me; sei que o fazem de boa vontade e com os vossos coraçõezinhos impregnados do espírito pegajoso do Natal, aposto mesmo que cada vez que carregam em "ENVIAR" devem sentir aquela satisfação de missão cumprida como se estivessem a melhorar o mundo e a iluminar as almas dos vossos amigos com carinhos electrónicos.

Mas não estão.

Enviar uma sms de boas festas é o mesmo que dizer "Olha, só para dizer que cumpro os preceitos desta quadra e que ainda tenho o teu número, mas não vales o gasto de uma chamada."

Especialmente quando a mensagem é daquelas cheia de piada, que rimam e tudo. Essas então é que soam a "Ups, estava a distribuir esta piada natalícia pela minha lista telefónica e nem reparei que também enviei para ti..."
Pior: quando alguém que está ao nosso lado recebe uma mensagem exactamente igual à que ainda estamos a ler.

Por isso, meus amigos, agradeço o vosso esforço telecomunicativo, mas não se dêem ao trabalho.
E, por amor de todos os santos, não repitam a façanha no ano novo.
É que já não há pachorra.

O maior presente de Natal do Mundo

Parece milagre mas não é.
Estes senhores na foto, os responsáveis pelo Fundo Monetário Internacional, tomaram uma decisão histórica e que muitos pensavam ser impossível. Afinal de contas, dinheiro é dinheiro e o chamado Primeiro Mundo nunca se fez rogado no que toca ao livro de contas.
Mas, seja por insistência dos factos ou por ataque súbito de consciência, a decisão foi tomada.

O FMI confirmou que a partir de 1 de Janeiro de 2006 vai anular a dívida acumulada de 19 países pobres, num total que ultrapassa os dois mil e oitocentos milhões de euros. Graças a pressões do G8 e de diversas instituições não-governamentais, este perdão foi concedido às seguintes nações: Benim, Bolívia, Burkina Faso, Etiópia, Gana, Guiana, Honduras, Madagáscar, Mali, Moçambique, Nicarágua, Níger, Ruanda, Senegal, Tanzânia, Uganda, Zâmbia, Cambodja e Tajiquistão.

Quer isto dizer que, pela primeira vez na história, os países desenvolvidos estendem realmente a mão aos menos favorecidos. A dívida acumulada por estes países (a Zâmbia, por exemplo, devia mais de 400 milhões de euros) representava um obstáculo practicamente impossível de ultrapassar no caminho da recuperação financeira.

Agora, é num livro em branco que se escreve a História. Uma oportunidade única para gerar e gerir instrumentos de apoio para a evolução e crescimento sustentável.

A promessa de um mundo numa balança mais equilibrada: este é, sem dúvida, o melhor presente de Natal de todos os tempos.
Obrigado, diremos todos.

Os meus pais que me perdoem...


...mas este é mesmo o filho que eles criaram.

Feliz Natal e essas coisas


Apesar de ateu, esta coisa do Natal também me toca, e andei para aqui a matutar num presente de boas festas a todos os meus muy dignos visitantes.
Depois de muito pensar, decidi oferecer-vos um desktop novinho em folha. Pode não ser grande coisa como presente de Natal, mas foi feito por mim e o que conta é a intenção. E quem não quiser, paciência.
Mas tem carinho.

Bom Natal. É bom ter-vos por aqui.
Cliquem na imagem para abrir em tamanho grande e depois, com um clique do botão direito do rato, escolham "Save Image as"

O terceiro quadrado


É hoje que o terceiro episódio de "O Quadrado das Bermudas" vai para o ar na SIC Comédia, um exemplo de que ainda há malta a lutar para fazer humor sem os orçamentos de um canal generalista.
Para quem ainda não sabe, o Quadrado pode ser visto nestes horários:
quartas: 23.30
sextas: 1.00
sábados: 23.00

E para aqueles que chegam a casa mais tarde, ainda há um horário especial de madrugada:

segunda 3.00 (segunda para terça feira)
quarta 3.00 (quarta para quinta feira)
(acabaram-se as desculpas)

E mais: os rapazes têm site e tudo. Cliquem aqui para o visitar.
Ele é clips, ele é fórum, ele é tudo. Espreitem!

Let's look at at trailer

Apesar de estarmos na silly season, não desanimem: o mundo da sétima arte tem preciosidades a caminho. Entre outras, estas são algumas que já estão marcadas na minha agenda (digam as vossas favoritas nos comments):

Munich - O novo de Steven Spielberg já está a dar que falar.
O filme relata a suposta história verídica do que aconteceu depois do atentado terrorista nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, quando 11 atletas israelitas foram mortos por terroristas palestinianos. Após o atentado, a Mossad abre caça ao homem e parte em busca dos terroristas para fazer justiça pelas próprias mãos. No papel principal de agente da Mossad, a quem cabe a tarefa de assassinar os terroristas, está Eric Bana (Hulk, Troy), que dá mostras daquilo que alguns já sabiam, que é de facto um grande actor. Ao seu lado, outros nomes interessantes como Daniel Craig (eterno secundário?) e Geoffrey Rush.
> Estreia prevista em Portugal: 2 de Fevereiro 2006

Syriana - Depois de um filme como Traffic, o que é que se faz? Outro bom filme.
O argumentista de Traffic, Stephen Caghan, lança-se na realização de um filme sobre o obscuro mundo do petróleo e do poder, com um George Clonney anafado e pouco atlético à cabeça. O resto do elenco é um desfilar de estrelas...
>Estreia prevista cá no nosso cantinho: 23 de Fevereiro, 2006


Fun with Dick and Jane - Jim Carrey está de volta!!! E acompanhado por Téa Leoni!
Bem, na verdade não sei se há assim tantos motivos para sorrir... Este é um remake de um filme de 76 com George Segal e Jane Fonda, que conta a história de um casal que, para pagar as contas, decide enveredar pelo mundo do crime. O trailer é divertido, pelo menos...
>Estreia cá no bairro a 5 de Janeiro, 2006.

Brokeback Mountain - Eh, pá, que isto é terreno perigoso: um filme sobre dois cowboys que se vivem um romance gay? Ó diabo... O elenco é liderado por dois excelentes actores da nova geração, Heath "Quatro Penas" Ledger e Jake "Donnie Darko" Gyllenhaal. A realização é de Ang "Sensibilidade e Bom Senso" Lee. O filme promete, mas creio que alguns rednecks não vão gostar...
Estreia dentro de fronteiras algures para o ano, se alguma distribuidora acordar para a vida...

Jarhead - E não é que o menino de Donnie Darko está mesmo em grande? Preparem-se, fãs de "Apocalipse Now": o realizador de "Beleza Americana", Sam Mendes, deitou mãos à obra e vai empurrar-nos para a Guerra do Golfo de forma visceral e cúmplice. Não é necessariamente uma ode à paz, é mais uma descida às profundezas do espírito humano. Com Jamie Foxx e Chris Cooper, uma película com muito amargo de boca e mel para os cinéfilos.
Estreia prevista em terras de Camões a 12 de Janeiro, 2006.

E a fechar, dois rebuçados:


Superman Returns - O regresso das ceroulas azuis e do cuecão vermelho chega pelas mãos de Bryan Singer. Pois, eu sei que foi ele que realizou "X-Man" e "X-Man 2", mas também realizou "Os suspeitos do costume"... E, apesar do herói de galochas vermelhas ser desta vez o desconhecido Brandon Routh, o vilão Rex Luthor foi para as mãos de Kevin Spacey...
Se vai resultar? Não sei, mas o trailer está interessante. Espreitem aqui.
Estreia no verão do próximo ano.

E pronto. Já compraram bilhete para esta quinta-feira?

É que, afinal, eu adoro casamentos. Sobretudo quando o padrinho é Tim Burton.
Vá, visitem lá o copo d'água...

O que se ouve por aqui

Trio de multi-instrumentalistas de Portland, os Menomena surgem por uma editora independente como um suspiro de alívio: afinal, nos states também se exploram novas fronteiras. Instrumental, experimentalista, arrojado. A ouvir.

Marcha-atrás

O espectáculo deste sábado no Laf!Comedy Club, com o Nuno Matos, não foi.
Devido a problemas eléctricos tivémos que cancelar aquele que seria um evento memorável e ultra-divertido...
...pelo menos para os dois caixa d'óculos no palco.

Paciência.

Curvem-se perante o Rei

Confesso que foi com receio que fui ver "King Kong", de Peter Jackson, na sempre boa companhia do meu amigo Nuno Matos a uma sala de cinema em Gaia.
Receio por razões óbvias - Kong é um daqueles clássicos que permanecem no imaginário e que dispensam remakes; Jackson meteu-se no projecto sem tempo de pousio, ainda na euforia do "Senhor dos Anéis"; a história deste clássico parecia-me demasiado naïf e qualquer tentativa de adaptação ou melhoramento poderia resultar numa tragédia cinematográfica (lembram-se do Godzilla?). Enfim, receio de uma chouriçada americana blockbuster com cheiro natalício, coisa corrente desta indústria.
Mas desengane-se o receoso: os primeiros dois minutos de filme foram suficientes para me acalmar, com um genérico a piscar o olho ao original e uma entrada brilhante na Nova Iorque da década de 30.
A partir daí foi o amarrar à cadeira e fazer uma viagem de 3 horas pela mais bela arte de todas, a arte de contar uma história.

Por onde começar um modesto comentário?
Pelas estrelas.

Kong é grande. E não é um monstro nem um homem num fato de borracha: é um gorila como todos os gorilas do planeta, excepto no tamanho descomunal. Kong é velho, cansado e feroz. E, acima de tudo, é real. Parece saído do Discovery Channel XXL, tão vivo que torna dificil pensar nele como um efeito especial.
O símio brilha na tela graças às maravilhas do 3D, mas atrás de um grande gorila está este grande actor, Andy Serkis:
Depois de ter deslumbrado o mundo com o seu Gollum, na trilogia dos anéis, Serkis subiu a fasquia, mostrando que tem talento para mais do que esperávamos. Além da responsabilidade de dar vida a Kong, espinhal medula do filme, este rapaz interpreta também o cozinheiro do navio - e que cozinheiro...
Para encarnar o gorila, Serkis passou semanas a estudar gorilas ao vivo no Ruanda e no Zoo de Londres. Durante as filmagens eram-lhe colocados sensores por todo o corpo para captar com pormenor os seus movimentos e expressões - só no rosto, eram 132 sensores...


Mas o gorila não leva as atenções todas para casa. Naomi Watts eleva-se na película e, cada vez que surge, preenche o écran com a donzela perfeita: insegura mas inteligente, delicada mas não frágil. E prova que não é uma beldade do cinema, é uma actriz.

O resto do casting assenta como uma luva. Jack Black, Adrien Brody e restantes cavalheiros fogem à regra dos blockbusters e presenteiam a história com papéis ricos e detalhados, que trazem acrescento. Isto, além dos outros dois personagens omnipresentes que catapultam King Kong para a glória: Skull Island e a Nova Iorque de 1933, que nascem para vida graças a uma mistura explosiva de mais de 800 planos de miniaturas e 3d. E mais uma vez, não se sente o plástico.

Como seria de esperar, os efeitos especiais são companhia constante mas, tirando um ou dois planos fugazes, servem a história e não o contrário, numa simbiose delicada.


É obra.
Ao longo de 3 horas que passam a voar, Peter Jackson segura o espectador pelos colarinhos e empurra-o para uma aventura extraordinária, uma montanha-russa com perseguições alucinantes e imagens de encher o olho. Já não me sentia assim na grande sala desde a estreia do Indiana Jones. Claro que há coisas com que muitos poderão discordar: eu, por exemplo, não simpatizei muito com a sequência dos insectos (vejam o filme) mas é uma homenagem a uma sequência cortada do original. A verdade é que a balança pesará sempre para o lado de Jackson, porque mesmo com este ou aquele deslize o filme nunca descarrila. Mantém-se firme e seguro, com uma narrativa sólida, justificada, plena de referências subtis ao cinema, à literatura, e recheada de detalhes magníficos. Mas há mais.

É que, com todo este aparato e com a dose de adrenalina, King Kong prega-nos uma rasteira. Uma grande rasteira.
É que este não é um filme sobre monstros e aventuras.
Mais: este não é um filme sobre o próprio King Kong.

Este é um filme sobre a particular capacidade do ser humano de destruir o que é belo, sobre o poder e a ambição. Sobre a importância de fazer as coisas certas e de ser capaz de dizer "Amo-te" na hora certa.


E meus amigos, esse é o grande trunfo que o gorila de Peter Jackson tem escondido.

Em Agenda

-Sexta, 16, actuo no bar Palhota em Vila Nova de Gaia com o meu bom amigo e Regionário Marco Rodrigues

- Sábado, 17, dueto humorístico com o Nuno Matos no LAF! Comedy Club, em Leça da Palmeira...

...promete.

Loucos Procuram-se



Projecto louco de televisão precisa de gente louca para as seguintes posições:

  • Operadores de Câmera
  • Assistentes de Câmera
  • Técnico de Iluminação
  • Técnico de Som
  • Maquetistas
  • Editor de Montagem
  • Editor para Grafismo e Efeitos Visuais
  • Guionistas
  • Assistentes de Produção
  • Multifacetados que se movam nos terrenos da animação 2D e/ou 3D, pirotecnia, electricidade e/ou carpintaria

Projecto insano sem promessa de honorários à partida.

Exige-se entrega total sem garantia de reembolso a não ser satisfação pessoal e possibilidades teóricas.

Dá-se preferência a pessoal com material técnico próprio e pouca necessidade de horas de sono.

Respostas para o mail: correiomoura@gmail.com

Parece mau mas é assim, paciência. Estas coisas quando arrancam só funcionam com suicidas.