A magia da Roda

Inventámos a roda há tanto tempo, que já era altura de a reinventar. Aliás, esta ideia tem tanto de simples como de brilhante, ao ponto de nos colocar a clássica questão "Como é que ninguém se lembrou disto antes?"
O brinquedo chama-se "Magic Wheel" e ainda só está à venda on-line para habitantes do Reino Unido, por cerca de 250 euros. Mas calma: em breve estará disponível para o resto da Europa.
Consiste, essencialmente, nisto: uma roda grande, com uma pequenina de apoio. Por uma simples questão de equilíbrio de pesos, a roda mantém-se vertical, encostada ao utilizador. E é claro que quero uma!

Tecnodramalogia

Com um simples piscar de écran, todos os dados na agenda do meu telemóvel se eclipsaram. Desvaneceram como se nunca tivessem existido. Datas de aniversário, compromissos, afazeres... desapareceu tudo e a minha vida é agora uma agenda em branco, no limiar do desespero, completamente perdida no mapa mensal. Se, por um lado, é bom ter a falsa sensação de que estou livre de tudo, por outro estou no limiar do desespero tecnológico.
E não, não tinha nenhum backup actualizado, porque como toda a gente sabe a Nokia é uma marca credível e os seus aparelhos são fiáveis.
Percebo agora a dependência que temos das coisas que, ao serem digitais, é como se não existissem. No meu caso, por exemplo, já não existem mesmo.
Merda.

O Mestre

Aborrecem-me os "puristas da comédia". Chateiam-me os tipos que insistem em reter fórmulas de humor e impor limites. Comédia pode ser física, mista, séria, impulsiva, escrita, improvisada... bolas, até pode ser poesia!
Parem as vossas vidas por três minutos e ouçam o Mestre:

George Carlin. Nascido a 12 de Maio de 1937 e a fazer comédia desde 1956. Cinquenta e um anos de carreira, meio século de experiência.
Salve.

E, daqui a um ano


Steve Carrel, em grande, só no verão de 2008 (porque é que eles nos fazem sofrer?)

Uma década de OK


Há dez anos atrás, em Julho de 1997, surgia nas lojas de música o então novo álbum dos Radiohead "Ok Computer". Marcado pelas experiências sonoras de "The Bends" o disco trazia consigo uma sonoridade estranha, pouco fácil de digerir e, sobretudo, muito pouco "rock FM". Assim que assentou na praça, "OK Computer" foi alvo de críticas díspares: a "Rollling Stone Magazine" diagnosticava-o como o álbum do ano, a "Time Magazine" sentenciava-o ao rotundo falhanço como "experimentalismo egocêntrico".
Estavam todos errados. "OK Computer" tornou-se não no álbum do ano, mas sim num dos mais marcantes álbuns da década - uma obra única, liberta de estigmas comerciais, fresca, difícil de comparar a qualquer outro produto no mercado e que catapultou os Radiohead para o estatuto de grupo-referência.
Ao contrário dos medos dos críticos e dos promotores, o público acolheu a obra com carinho. Demorou, mas acolheu. Os temas foram saindo do disco, lentamente, através do passa-palavra e da descoberta progressiva e, em 98, ainda se faziam ouvir singles do álbum como se de novidades se tratassem.
Fazem falta mais álbuns assim.

Seinfeld está de volta!!!...

...bem, quase. É ele a voz do novo filme da Dreamworks - Bee Movie. E tem créditos no guião! Para quem não viu, eis o trailer (faltam-lhe detalhes a la Pixar, mas promete):

Esculturas de Sombras

Este trabalho genial vem das mãos dos britânicos Tim Noble e Sue Webster - lixo que, miraculosamente, se transforma em corpos... Brilhante!




Zum-zum e lá vem mais um

Mais do que fazer um bom filme, o segredo de Hollywood está em fazer bom marketing. E se dantes bastava uma caderneta de cromos e posters que enchessem o olho, hoje em dia la movida tem que se manifestar mais cedo, nas mais variadas formas e em todos os media possíveis e imaginários.
Um bom exemplo de "tomem lá o isco e espero que mordam o anzol" é a nova produção de J.J. Abrams (Lost, Felicity, Alias, etc) que ainda não tem sequer nome mas que já tem trailer e muito sururu na web. Feito com um ar "home-movie", o trailer mostra pouco... mas deixa água na boca. Ora espreitem:

A estreia está prevista, nos EUA, para 18 de Janeiro de 2008.

O Leão mostrou a sua raça

E é uma raça de todo o mundo. Rodrigo Leão deu ontem à noite num concerto grátis junto à Torre de Belém, acompanhado pelo seu Cinema Ensemble e pela Sinfonieta de Lisboa, além de convidados como Ângela Silva, Pedro Oliveira e Beth Gibbons. Um concerto de duas horas para um rio tranquilo e um oceano de gente.
Para além de um som que, sejamos sinceros, estava para aquém do que se pedia, com alguma falta de preenchimento e força, o que é que se pode apontar como defeito? Nada.
O homem mostra que sabe e faz-nos lembrar que, realmente, somos um país de fraca memória e que não valoriza merecidamente o que tem: "lá fora", Rodrigo Leão teria direito a passadeiras vermelhas.
A sua música junta todo o planeta e não tem problemas em criar melodias com sotaque brasileiro ou ritmos argentinos e cruzá-los como que há de mais português.
Beth Gibbons, a voz dos Portishead, esteve à altura, assim como todos os outros intérpretes e músicos, mas foi o comovido Pedro Oliveira que levou a noite a um dos mais altos pontos, ao relembrar os Sétima Legião com o público em uníssono.
Um valente espectáculo. O Leão é, ainda, o rei desta nossa selva lusitana.

Sempre em Pé

Ora aqui está, para quem não viu ou para quem quiser rever, aqui está a minha participação no último "Sempre em Pé":

O calendário diz que...

...hoje actuo em Torres Novas, no TorreShopping (a sério!), no Ozone, na companhia de Sandro "Pirex".
Sábado, pois que lá estarei no SBCB, em Castelo Branco, com António Raminhos.
Podia fazer aqui uma dissertação sobre as qualidades sui-generis de ambas as localidades e coiso e tal mas não me apetece.

Pequena obra-prima


Excepção feita a Magnolia, Adaptation, American Beauty e pouco mais, não são muitos os filmes capazes de lançar uma grande aposta e manter a fasquia elevada sem perder a dignidade. A maioria lança premissas que não consegue cumprir e deixa no espectador um travo de desilusão, um "estava à espera de mais". Felizmente, ainda vão surgindo algumas lanças em África, como esta, "Stranger than fiction" ou, na sua simplória tradução portuguesa "Contado ninguém acredita".
Realizada pelo alemão Marc Forster (Monster's Ball, Finding Neverland), o filme é uma lufada de ar fresco e deixa ficar um arrependimento por ter passado quase despercebido nos cinemas, estando já à venda em DVD. É deliciosamente brilhante.

É a história de um homem real que descobre que é um personagem de ficção. É a história de um dilema literário. De um relógio de pulso. De um amor improvável. Das aspirações humanas. E biscoitos de chocolate.
Já vou tarde para aconselhar a ida ao cinema (parabéns aos que foram), mas não deixem de o ver. Hoje mesmo, antes que a vossa história chegue ao fim.

Aiaiaiaai...

...que estou mesmo ansioso por ver isto. "Transformers" promete ser uma viagem de montanha-russa. Cinema a sério, para não ser levado a sério.


Irra

Que nunca mais é depois disto!

Hang Drum


Este instrumento chama-se Hang e foi inventado no ano de 2000, fruto de um estudo aprofundado de vários instrumentos dos quatro cantos do mundo... e tem um som simplesmente inacreditável! Ora vejam... e oiçam!

Se tal como eu já estão a pensar em comprar um, desenganem-se: além de custar cerca de 1500 euros, o hang drum está com uma fila de espera até 2008, uma vez que os seus dois únicos artesãos fabricantes já não têm mãos a medir...

Wall E

A Pixar continua em marcha: em 2008 o filme-sensação chama-se Wall-E e o teaser já está disponível:

Um docinho de carro

Grande anúncio da Skoda - só não aconselhado a diabéticos.

Tudo o que vês é falso

Brilhante exemplo de manipulação digital nos media:

Obrigado ao Jota por ter enviado.

PDI

Quase com 33 anos, redescobri o prazer de jogar futebol com amigos.
Curiosamente, o meu corpo fez-me também relembrar que estou quase com 33 anos.
É estranho, quando de repente as pernas falham, o fôlego se torna curto e uma hora de corrida se transforma num precipício para a síncope cardíaca.
Para a semana estou lá outra vez.

Tem grace


Que querem? Fica no ouvido, parece um som dos Queen movido a esteróides e o gajo safa-se com esta interpretação ao vivo e a solo. O álbum pode não prestar, mas este tema tem o seu quê.
Quê.

Dose Tripla


Hoje nem Sto António nos segura: ao vivo a cores e em dose tripla, é noite de comédia no Maria Matos Café!!!
Já sabem que, aqui, a coisa começa mais cedo: 22 horas. Tragam amigos, inimigos e tupperwares (para guardarem piadas frescas).
Aquilo enche rapidamente, depois não digam que não avisei.

Quando o Inverno Chegar

É daquelas coisas que raramente se tem oportunidade de ver - a união de grandes novos talentos para uma grande produção teatral.
Está em cena no teatro São Luiz, em Lisboa e até 30 de Junho, a peça "Quando o Inverno Chegar", que reúne em palco nomes como Nuno Lopes, Beatriz Batarda, Gonçalo Waddington e Dinarte Branco. Como se não bastasse, a encenação é de Marco Martins, o realizador de "Alice", que se estreia nas lides teatrais, e o texto é de um dos grandes novos escritores portugueses, José Luis Peixoto (já leram o "Cemitério de Pianos"?).

O que é que falta?
Público. Não sei se por falta de divulgação ou se por puro e simples azar, mas este sábado a sala do São Luíz contava apenas com cerca de trinta almas penadas e pagantes de bilhetes. Sala practicamente vazia, portanto, capaz de provocar vergonha alheia. Quando as luzes se acenderam, no fim, dava vontade de subir ao palco e pedir desculpa aos actores. Eles estiveram tão bem e nós,os poucos de nós que ali estávamos, tentámos bater palmas com mais força, a ver se enchíamos um pouco mais a sala.

A peça é, de facto, muito boa. Comprida (duas horas e meia), mas muito boa, com um texto brilhante, quase beckettiano, bem interpretado, bem encenado.
A cenografia, de João Mendes Ribeiro, é assombrosa: no palco do S. Luiz ergue-se uma floresta de gigantes troncos, com um sanatório de três pisos no centro, embalado num desenho de luz muito bem conseguido.
A acompanhar a peça, lá atrás dos arbustos, semi-escondidos, um quinteto musical clássico, pontuado ocasionalmente pela presença da cantora lírica Carla Simões.
Muito bom. Em grande.

Se estiverem em Lisboa ou se puderem cá vir, comprem bilhete e vejam "Quando o Inverno Chegar". Merece.

Hummmmm

A expressão "Feriado do Corpo de Deus" continua a ser uma frase que, a mim, soa muito mal. É que, além da carga erótica, fico sempre a pensar se Deus terá um corpo Danone.

Live in Lisboa

Esta sexta-feira preparem a t-shirt de gala e os ténis de domingo: é dia de espectáculo!
Ou melhor, é noite de espectáculo.
Por volta das onze horas, o recém-inaugurado "Live in Lisboa" vai estrear comédia no seu espaço, com uma actuação em stereo! Eu e o Sandro "Pirex" Pires vamos dividir o palco para o que promete ser um grande início de fim-de-semana. Ou pelo menos uma noite agradável. Ou diferente. Ou isso.
O espectáculo, como manda a lei, começa por volta das onze.
Para quem não sabe onde fica o "Live In" (o que é natural, uma vez que o sítio ainda cheira a fresquinho), é fácil: na zona da marina da Expo. Ali pertinho da bomba da Repsol. Quem vem da rotunda do viaduto, ali ao pé. Mais ou menos isso. Como quem diz.
Apareçam, porra! (não pago copos a ninguém)

Megatron!!!




"-Vem aí um filme sobre... os Transformers.
- Tás a gozar? Que palhaçada... Estes gajos de Hollywood têm cada ideia! Que palermice, aquilo funcionava como desenhos animados e estávamos nos anos 80!!!
- Pois... Hummm... Sabes quem realiza?
- Quem?
- Michael Bay. Produção de Steven Spielberg.
- Ah... Bom... quer dizer...
- Já viste o trailer? Ora espreita:
"

Bolas. Este não posso perder.

A visitar

Plano A:
Não creio que já aqui vos tenha dito isto, mas o blog "O Nascer do Sol", apesar do título, é um dos meus favoritos. Pelo prazer de escrever, ler e saborear alguns pecados, o raio do blog parece que passa despercebido no meio desta nossa deprimente blogosfera nacional, e é pena. Por outro lado, ainda bem. Há coisas que, por serem tão agradáveis, não convém que dêem muito nas vistas. Deixemo-lo assim - sóbrio e discreto.
Reservem alguns minutos e visitem-no. E leiam.

Plano B:

Ver o melhor da publicidade no 24 Hour, um blog sempre em cima do acontecimento.

Plano C:
Não há plano C.

Greve Geralmente Desnecessária

Que me perdoem os camaradas sindicalistas amigos dos oprimidos e lutadores da liberdade e anti-precariedade companheiros de luta e labuta, mas esta coisa da greve faz-me alguma confusão.
Acho muito bem que se proteste e que se chame a atenção dos governantes, que se exijam os cumprimentos das obrigações e, acima de tudo, que se diga "estamos atentos". Tudo bem.
Mas isto da greve geral... faz-me mesmo confusão. Parece-me greve pela greve.

O país está em greve porquê?
Alguém viu uma lista de reivindicações, um projecto de mudança, um mero post-it que seja com alguma queixa específica? O governo já tinha avisado que estávamos em tempos difíceis e que íamos apertar o cinto. Estamos a reclamar contra o quê? Estarmos em tempos difíceis a apertar o cinto?
Alguém percebe um sentido práctico e estruturado nesta suposta greve geral, que mobilize os portugueses? A sensação que tenho é que o único efeito que estas greves provocam, além dos óbvios sobre o trânsito citadino, é um ping-pong nos telejornais em que uns dizem que foi um sucesso e os outros um fracasso com fraca adesão.

Não me parece greve: parece-me birra.
E amanhã, volta tudo ao mesmo.

A Morte fica-lhes tão bem

Eu sei que vai parecer impossível, mas na verdade, é italiano.
A agência funerária Cofani Funebri, respeitada casa mortuária aberta desde 1965, tem uma técnica de marketing para vender caixões...
...capaz de ressuscitar um morto.
A ideia é simples: se a Pirelli, que faz pneus, pode fazer calendários, porque é que uma funerária não faz o mesmo?
Vai daí, siga para bingo e aí está o génio da comunicação em funcionamento: um calendário digno de oficina de bate-chapas!


E mais: os rapazes também têm mais merchandising, desde porta-chaves em formatos de caixões a t-shirts com frases simpáticas como "Eu avisei-te que estava doente".
Visitem o site da Cofani e digam coisas...
Ele há tipos capazes de tudo...


PS: reparem também no logo da empresa, ao estilo da Calvin Klein. Só estilo...

Site do ano


Este site foi feito para promover um livro e, depois da visita, fiquei com vontade de o ler. Genial, divertido e sobretudo despretensioso!
Visitem No One Belongs Here More Than You. Merece. Mesmo.

Viagens de Sonho?

É coisa típica de pobre: espreitar o inacessível e sonhar com o inatingível. Mas sabe bem, claro está, imaginar uma semanita de férias em locais como estes:





Que tal uma praia tropical só para si? Bolas, que tal a ilha inteira? Visitem alguns dos melhores hotéis do mundo em Kiwi Collection... ou, melhor ainda, espreitem directamente as escolhas dos editores.

Pub


Isto sim, é boa publicidade.

A Força ainda está connosco

AVISO: ANTES DE LEREM ESTE POST, CLIQUEM EM PLAY:
25 de Maio. Há precisamente 30 anos, em 1977, um jovem e falido realizador chamado George Lucas dava início ao que viria a ser uma revolução no cinema.
Foi realmente "A long, long time ago" no que agora parece uma "galaxy far, far away". como já devem ter percebido, também eu sou um devoto de Star Wars. E não podia deixar passar esta data sem a devida vénia.
Porque é que um filme é tão importante? Bom, por vários motivos. Pelo que representa, pelas transformações que provocou, pelo imaginário a que deu origem e por ser a faísca que deu o arranque ao novo cinema do século XX.

É mais do que um filme de ficção científica. É um marco na cultura humana.
Exagero? Não. Vamos por partes, e comecemos pelo filme em si.
Começou por ser um projecto de um puto rebelde, em que ninguém acreditou. Aliás, estavam todos tão convencidos do insucesso d'A Guerra das Estrelas, que a Fox deu de bandeja todos os direitos do filme a George Lucas. E ainda bem: o filme foi um sucesso tão estrondoso que, graças às receitas e ao merchandising, Lucas conseguiu fundar o seu império cinematográfico.

Porque é que o filme é tão bom? Porque conjuga várias referências universais e eternas. Começa como um conto de fadas, um "Era uma vez" numa galáxia muito, muito distante. E arrisca-se a juntar a naves espaciais toda essa mitologia dos contos de fadas: está lá a princesa, o cavaleiro herói, o império, os bruxos, a magia... Como se não bastasse, Lucas ainda lhe acrescenta referências várias, dos filmes de guerra a "Casablanca", dos samurais aos westerns, dos piratas aos espiões. Está lá tudo. Os maus são mesmo maus (e vestem-se de preto), os bons são mesmo bons (vestem-se de branco), e por aí fora.
É delicioso. Esqueçam os sintetizadores e a música futurista - o universo de Star Wars faz-se com a melhor orquestra clássica, e o universo é salvo ao som de violinos. Perfeito.
Junte-se a toda esta receita toques de classicismo - o filho que nega o pai, os irmãos que se apaixonam, a tentação do mal, a subjugação ao poder, o misticismo... e monstros e seres tão pérfidos como um minotauro ou semelhante. Ah, e é claro: grandes batalhas espaciais:


Estava lançada a pedra no charco. Os fãs de cinema abraçaram Star Wars como algo que nunca tinham visto, uma gigantesca história de aventura e fantasia, com todos os ingredientes certos.
Dos bonequinhos em caixas de cereais aos grupos de fãs (existem vários conselhos Jedi, inclusive existem batalhões de tropas "Star Wars" devidamente organizadas por todo o planeta), George Lucas seguiu para os outros episódios da saga e para a construção do seu império pessoal.
Hoje, é um dos maiores nomes de Hollywood. Vejam só algumas das ramificações que surgiram de Star Wars:
Skywalker Studio - empresa de som criada no próprio ano de 1977, graças às necessidades específicas do filme. Foi esta empresa que depois criou o sistema de som THX, grande concorrente do Dolby Surround.
LucasFilm - a produtora criada para o filme, que produziu toda a saga e que esteve na origem de várias outras grandes produções, como Indiana Jones.
Industrial Light & Magic - a maior empresa de efeitos visuais do mundo, que posteriormente idealizou, construiu e desenvolveu novas técnicas de animação computadorizada (e não só) e que deu origem a coisas como os estúdios da Pixar, o sistema AVID, etc, etc, etc... Aqui fica um vídeo com um brilhante exemplo de tecnologia 3D desenvolvida por eles:

Graças a Lucas e a Star Wars, surgiram também nomes como David Fincher (começou lá como cameramen), Steve Jobs, John Lasseter, Barry Levinson, Philip Kaufman e muitos outros, além da colaboração mútua e do devido empurrão a Steven Spielberg.

De génios do cinema a técnicas e tecnologias inovadoras, de software revolucionário (até o Photoshop fica a dever a este filme), Star Wars marca o cinema e a história cultural do século XX como poucas outras coisas o fizeram.
Parabéns, e may the force be with you...

Observação Final: haverá música que melhor simbolize o Mal... do que esta?

Deus esiste*

...e, como é óbvio, está on-line! Se querem falar com Deus, esta é a vossa oportunidade - uma conversação em messenger com o Criador. Claro que Deus é como os extraterrestres e fala em inglês, mas o que é um pequeno empecilho linguístico na conversa das vossas vidas? Esqueçam o que têm a fazer e falem com Deus: iGod.
E depois digam-me como correu!!!





*post-scriptum: isto deve ser a prova mais evidente de que sou ateu... nem consigo escrever "Deus existe" de forma correcta. Segundo Freud, é um acto falhado. Mas é claro que Freud também disse muita merda.

6 bilhões, 5 estrelas


Poderoso site: 6 Billion Others é daqueles projectos que merecem toda a atenção. Depoimentos de pessoas de todo o mundo, sobre sonhos, medos, amor, esperanças. É a Internet a reduzir fronteiras. Vejam e comentem!

Guia da Terra


De origem japonesa, este guia digital em inglês é um óptimo manual sobre... o nosso planeta! Explorem o Earth Guide!

R.I.P.


Já vai tarde mas aqui fica a vénia merecida:
No dia 10 de Março deste ano, o comediante Richard Jeni saíu definitivamente dos palcos com a ajuda de uma arma de fogo.
No ano do seu 50º aniversário, Jeni estava num novo pico de carreira, com grandes novos projectos para a HBO, entre outros, mas a doença falou mais alto e foi vencido pela depressão e pela psicose.
Foi o comediante que mais vezes pisou o chão do "The Tonight Show" e escreveu material de primeira categoria para outros grandes nomes - incluindo o famoso set das "palavras proibidas em televisão" de Lenny Bruce.


Sempre em Pé

Foi no ambiente kitsh do Maxime que me atirei para mais um set de stand-up, em directo no "Sempre em Pé", da RTP 2. Foi divertido: bom ambiente de trabalho, malta divertida, público bem-disposto e toda uma atmosfera propícia para a práctica da modalidade.
Para quem não teve oportunidade de ver ou para quem insistir em desperdiçar 10 minutos de vida, aqui fica a actuação:

Já agora, pessoal, obrigado pelas mensagens e pelo apoio! Para a semana, lá estará mais um "Sindicalista": atenção à performance do Guilherme!

Ora pois mais em agenda

Este sábado o Cadaval(pertinho das Caldas) deixará de ser o mesmo, depois do espectáculo comigo e com o Jorge Crespo no Mirante. A hora é a do costume, depois de jantar, antes do pequeno-almoço.

Terça-feira, lá estarei no Maxime, em Lisboa, para uma emissão ao vivo, a cores e na 2 do Sempre em Pé. Não há de ser nada.

Ó xô dona Sílvia

Este é para a senhora usar com alguns visitantes do seu espaço...

o b r i g a t ó r i o

Aviso ao Norte:
Está outra vez em cena até ao dia 18 a peça "Cara de Fogo", pelo Teatro Universitário do Porto, no Museu do Carro Eléctrico. Os bilhetes são baratos demais para o espectáculo que é. Merece ser visto. Vão. Assistam. Levem gente. E não se queixem de que não há coisas boas no norte. Upa. Ainda aí estão? Andor! Vá, antes que esgote! Upa. Corda nas perninhas!



Em Agenda

Esta quarta-feira estou de regresso ao Almirante Bar, em Frielas, ali como quem vai para Loures e descai. Já sabem, a coisa começa por volta das onze.
Esqueçam. Afinal não vou a este. Mas vou ao outro:
Sábado, estarei na estreia das noites de comédia de outro local, no Cadaval - mas depois avanço detalhes.
Apareçam!!!

Acho que...

...já é hora de concretizar alguns velhos projectos que tenho na gaveta, algures entre esboços e intenções.
Vou aproveitar a chegada do calor e arregaçar as mangas: acabar a peça, escrever a história, voltar a desenhar.
E tirar a guitarra do saco, desenferrujar os dedos, fazer as pazes com a música. Os vizinhos se calhar nem merecem, mas lá terá que ser, são os tortuosos caminhos da absolvição artística.
E quero ir para palco com um texto que não seja meu. Coisa para dois, ou três actores, longe da comédia. Pode ser um drama, um policial, o que for.
Alguma ideia?

Youth Aids

Grande campanha. Quando é que começamos a fazer coisas destas por cá?

Crónica Breve

Sentou-se junto ao parapeito antigo, onde a madeira espreitava por baixo da tinta plástica branca, e deixou o olhar repousar sobre Lisboa, sobre os telhados, nuvens, o rio ao fundo e as folhas de figueira que ondulavam (simétricas) ao sol de fim de tarde.
Daquela janela daquele prédio velho daquela rua velha daquela velha cidade, a paisagem nunca era a mesma. Todos os dias mudava, mas mudava em pequenos pormenores, pormenores gentis, delicados, como aquele gato que ontem era branco e aquela chaminé que ontem parecia não estar ali.
Lisboa, vista de cima, não tem pessoas. Tem telhas e antenas, mas não tem pessoas. No máximo, em dias de estufa solarenga, terá alguns turistas ali, no miradouro, ou ali, na esplanada da varanda do hotel, mas não tem gente, gente de carne e osso lisboeta. Lisboa, vista de cima, tem prédios e janelas fechadas, ou abertas mas vazias, mas não tem homens nem mulheres a sorrir, ou a pensar, ou a fumar, ou a olhar as nuvens o rio e as folhas de figueira. E é aí que Lisboa está longe do Porto. Porque o Porto pode não ter aqueles turistas do miradouro ou aquele gato preto que ainda ontem era branco, mas tem olhos e ombros e cabelos e queixo. Olhe-se de onde se olhar, o Porto é gente. O Porto é rostos e janelas abertas com pessoas a espreitar ou então a adivinhar pessoas que, não tarda nada, virão espreitar.
Chamem-lhe cinzento e falem da luz, mas para que serve uma cidade cuja luz fantástica procura gente e não a encontra?
Encostado ao parapeito, preparou-se para uma última vista de olhos.

Leonardo a 100%

Para quem, como eu, anda farto de ver sites que só arranham a superfície dos temas, é sempre uma felicidade encontrar pontos de referência que realmente tenham informação. E um desses pontos é o site que aqui vos trago, um verdadeiro museu digital sobre Leonardo Da Vinci. Criado pela Universidade de Artes de Londres e apoiado por uma série de instituições, o site é um verdadeiro museu on-line. Esqueçam os códigos e deliciem-se com a realidade de um dos maiores génios da humanidade.

Merece ser lido.


Renée C. Byer ganhou o prémio Pulitzer deste ano com uma reportagem fotográfica sobre uma mãe e um filho que lutam contra o cancro. E que perdem. Um relato crú, real e directo ao coração. Merece ser visto. Cliquem aqui para aceder ao trabalho, e leiam.

Ainda há esperança...

...porque o Júlio dos Caracóis reabriu e os pratinhos já saem, fumegantes, da cozinha.

Para quem não sabe, o caracol é um molusco gastrópode de concha espiralada calcária, pertencente à família Helicidae. São animais terrestres com ampla distribuição ambiental e geográfica. Os caracóis são terrestres e respiram através de um pulmão.
Se quiserem arriscar em casa, a receita-base é:
Ingredientes:
2l de caracóis
1/2dl de leite
4 dentes de alho
1 folha de louro
Orégãos
Sal e pimenta
Preparação:
Os caracóis devem ser lavados abundantemente até não deitarem qualquer sujidade. De seguida, coloque-os a cozer em água com o sal, a pimenta, o leite, o louro e os alhos que devem ser cortados a meio. Deixe cozer sempre em lume brando para que o caracol saia o mais possível.
Observações:
Uma sugestão que torna os caracóis ainda mais saborosos poderá ser colocar presunto ou paio na água de cozedura.


Eu cá prefiro ir ao tasco do Julinho, com uma prévia passagem no restaurante da frente e uma investida na graúda caracoleta. Ranhosamente bom!

Extrema Direita

Aproveitemos amanhã, que os carecas da extrema-direita vão estar todos reunidos em Lisboa, para os caçar em grupo, regá-los com gasolina e chegar fogo.
Isto não é incitar à violência, é apelar para a higiene social.

Frase do dia

Para um cabeça de vento, qualquer brisa é tempestade.

Quéstamerda???


Ao consultar as visitas ao meu blog, descubro este visitante. Eles andam aí. E já me caçaram. Porra...

A Sarita faz coisas giras


...e merecem ser vistas. E compradas. Ah, e também aceita encomendas. Experimentem. Não pelas coisas, mas pelo carinho.

Link link

O visitante desta muy humilde casa, Pratas de seu nome, escolheu este blog como um dos cinco de sua eleição. No entanto, o blog dele é que merece mesmo uma visita!

Ao vivo, a cores e em stereo!!!

Esta quarta-feira há stand-up ao vivo!
Eu e o camarada Gustavo vamos dar início às noites de comédia no Club47, nos Restauradores, em Lisboa.
A coisa deve começar por volta das 23h.
Apareces?

Aprender a fazer publicidade Compensaria

Anda por aí uma campanha com o selo do Ministério da Educação chamada Aprender Compensa. De outdoors a anúncios na televisão, eis o desfile de rostos famosos numa vida alternativa, inseridos no programa do governo "Novas Oportunidades".
Até aqui, tudo bem.
É sempre giro dizer aos calões dos nossos estudantes "ponham-se finos, senão", assim como também é giro ver a Judite de Sousa "que não estudou".
Mas será que mais ninguém pensa que, na verdade, o que esta campanha diz é que um pivot de televisão tem mais valor do que uma operadora de caixa de hiper?
Tudo bem que se incentive os estudos.
Mas não usem como exemplo outras profissões, como se fossem de baixo nível.
Porque não são.
Um gajo que carrega tijolos numa obra não é menos do que um jornalista. Não é.

Harris em português

Já aqui tinha falado de Sam Harris, num post que, na altura, deu origem a uma acesa discussão entre os leitores deste blog; inclusive com algum hate-mail à mistura e tudo.

Para quem não sabe e/ou não viu, Sam Harris é uma das principais referências da actualidade no que toca ao chamado novo ateísmo. E eis que, nem a propósito, chega a Portugal o seu livro mais badalado e em língua lusa: The End of Faith, O Fim da Fé.
Depois de ter lido o original, já tenho a tradução em fila de espera para voltar a ler.

E, depois de tanta discussão, aqui fica a vossa oportunidade para se documentarem, crentes ou não.
O livro está em todas as livrarias, graças às publicações da editora Tinta Da China. É só comprar, por exemplo aqui.

Para aguçar o apetite, aqui ficam alguns vídeo de Harris.



O meu favorito é este:

Antes tarde que nunca

Depois da loucura que foi(embora ainda não tenha sossegado completamente) o arranque de Factor M, programa que estou a produzir com a MediaLuso, finalmente arranjei um tempo para regressar ao blog: abri as janelas, deixei arejar e limpei o pó.

Tenho vindo a constatar ultimamente o fenómeno popularmente conhecido como "envelhecer". Não é que me sinta velho, mas sim mais velho.
O que é claramente diferente - se não sabes a diferença, é porque ainda és muito novo.

Sintomas básicos de que estamos a envelhecer? Aqui seguem alguns.

- apercebes-te finalmente da importância vital de coisas como manjericão fresco, a ramagem de uma planta doméstica e a largura do bocal de um copo de vinho tinto;
- deixas de ter paciência para pessoas que começam um diálogo com a frase "Eu sou uma pessoa que...". O que te define são os teus actos e as tuas considerações sobre o mundo que te é externo, nunca interno, porque és sempre o maior suspeito na auto-análise;
- quando a importância de possuir um livro dispensa explicações;
- compreendes que a maior sensualidade está no que não se diz, não se faz ou não se mostra;
- preferes estar sozinho do que mal-acompanhado, sendo que estar mal-acompanhado ganhou de repente um sentido muito lato;
- aceitas como indiscutível que um amigo demora tanto ou mais tempo a macerar que um verdadeiro molho picante;
- dás por ti a aguardar que as coisas sigam o rumo inevitável;
- passas a acreditar menos nos novos talentos e a admirar muito mais os velhos clássicos;
- consegues identificar pelo menos 5 detalhes plagiados em qualquer novo single na rádio, ou filme em estreia, ou livro de escaparate, ou colega de trabalho;
- descobres finalmente que "o verdadeiro prazer está no percurso e raramente no objectivo"; e que, durante todos estes anos em que defendias esta máxima, não fazias a mais pequena ideia do que realmente queria dizer;
- eleges a metáfora como tua melhor amiga;
- encontras um sentido para a vida: em frente.

So true

Navegando pela internet em busca de um sono perdido, eis que encontro esta preciosidade: 16 Coisas Que A Maioria de Nós Demora 50 Anos a Aprender.
Por falta de paciência e para que nada se perca da versão original, aqui fica o texto:

16 things it takes most of us 50 years to learn
1.The badness of a movie is directly proportional to the number of helicopters in it.
2.You will never find anybody who can give you a clear and compelling reason why we observe daylight-saving time.
3.You should never say anything to a woman that even remotely suggests you think she’s pregnant unless you can see an actual baby emerging from her at that moment.
4.The one thing that unites all human beings, regardless of age, gender, religion, economic status or ethnic background, is that, deep down inside, we ALL believe that we are above-average drivers.
5.There comes a time when you should stop expecting other people to make a big deal about your birthday. That time is: age 11.
6.There is a very fine line between “hobby” and “mental illness.”
7.People who want to share their religious views with you almost never want you to share yours with them.
8.If you had to identify, in one word, the reason why the human race has not achieved, and never will achieve, its full potential, that word would be “meetings.”
9.The main accomplishment of almost all organized protests is to annoy people who are not in them.
10.If there really is a God who created the entire universe with all of its glories, and he decides to deliver a message to humanity, he will NOT use as his messenger a person on cable TV with a bad hairstyle or in some cases, really bad make-up too.
11.You should not confuse your career with your life.
12.A person who is nice to you, but rude to the waiter/janitor, is not a nice person.
13.No matter what happens, somebody will find a way to take it too seriously.
14.When trouble arises and things look bad, there is always one individual who perceives a solution and is willing to take command. Very often, that individual is crazy.
15.Your true friends love you, anyway.
16.Nobody cares if you can’t dance well. Just get up and dance.


Encontrado em www.scribd.com

Memória Curta


Esta eu não podia deixar passar; tive que vir até aqui deixar umas linhas sobre a escolha, ontem na RTP, de Salazar como o maior português de sempre. Segundo o programa, esta foi a decisão de pouco mais de 200 mil espectadores (ou chamadas, se preferirem), num programa de entretenimento que acabou por reabrir algumas velhas feridas lusitanas. Embora me apetecesse sair à rua com um saco na cabeça, acabei por decidir pensar racionalmente sobre a coisa. Certamente virão por aí muitas análises de muitos analistas muito especialistas nestas coisas de fazer leituras sobre estes fenómenos, mas aqui vai uma visão pessoal sobre a coisa.
Existem duas respostas possíveis para este resultado.

1º O resultado não expressa a vontade do povo português
É a resposta de conforto. Pensemos na seguinte perspectiva: nem toda a gente estava a ver televisão ontem à noite, exceptuando 200 mil velhos do Restelo. O programa não conseguiu chamar a atenção generalista excepto a alguns fãs de Salazar que puseram toda a família a ligar em catadupa como se não houvesse amanhã. Ou seja, um resultado parecido com o primeiro refrendo ao aborto.

2º O resultado expressa perfeitamente a vontade do povo português
Uma das principais características do antigo regime era não promover a educação; o povo queria-se burro e manipulável, inculto. Uma política que ainda hoje se reflecte no que somos: um país de gente de curta memória, presa a dogmas ultrapassados, desconhecedora da realidade e do mundo. Por mais que custe a muita gente, Portugal é um país na cauda do mundo, na cauda do saber, na cauda da civilização, pouco longe de alguns redutos do terceiro mundo.
Somos muito menos do que gostaríamos de ser, por mais que o tentemos disfarçar com carros topo de gama, internet banda larga e lojas modernaças.
Salazar ganhou porque nos faltam líderes a sério, porque nos falta uma mentalidade una e globalizante, porque somos um país de reality shows e baixa literacia.


Escolham o lado que preferirem.

Never Ending Story


É um projecto conjunto bastante interessante, um "zoom" constante que nunca mais acaba. Vale a pena espreitar ZoomQuilt e ZoomQuilt II

Golf Ace

Para descontrair, aqui fica um joguinho delicioso. Divirtam-se no green!
GOLF ACE

A visitar


Ilustração, fotografia e matte-painting: o site do artista Jean-Marie Vives merece ser visitado.

Presentinho


Este é só para o Nuno "Karmatoon" Matos.
Os outros também podem espreitar, mas não estraguem.

Acto falhado?

Que não haja dúvidas: o site da RTP é um dos melhores do país.
Tem toda a informação, uma fantástica base de dados e em crescimento, é fácil de navegar, etc, etc, etc...
Mas até no melhor pano cai a nódoa.
Quarta-feira, o dia do grande cinquentenário. No site do canal, eis o que podemos ler:

Odiada televisão? Não há necessidade, meus amigos...
É o problema do grafismo. "O dia da" pode facilmente transformar-se numa má leitura... Fica a chamada de atenção, inevitavelmente recheada de um sorriso malandro.
Rapazes da RTP: esta foi de principiante... Ai, ai, ai.

Pilobolus?


Sensação na cerimónia dos Óscares, a companhia de bailado Pilobolus move-se na fronteira entre a dança e o puro entretenimento. Vejam aqui:

...e visitem o site oficial da companhia.

Estou em manutenção

Eu sei que tenho andado meio desligado, mas por bons motivos: trabalho. Estou completamente envolvido no novo programa das manhãs de sábado da RTP e, enquanto o comboio não estiver em andamento, não me posso dar ao luxo de grandes distracções.
De qualquer forma, para os habituais visitantes deste humilde lar electrónico, aqui fica uma preciosidade:



Mais informações depois desta curta pausa.
Entretanto, a todos os que aqui vierem: não se esqueçam de desligar as luzes e deixar as janelas fechadas.
Abracinhos.

Há dias assim

Pulp Fiction

Alô designers, alô Karmatoon, alô Silvia, alô minha gente!
Lembram-se da cena "What does Marsellus Wallace Look Like", em Pulp Fiction?
enão recordem-na agora, sem imagem e apenas com tipografia... Genial!

Para os ainda mais esquecidos, aqui fica o original: