Sonoro presente
A todos os muy nobres visitantes deste blogue,
com os cumprimentos da gerência e votos de uma quinta-feira satisfatória:
Para quem tiver placas de acesso TMN e quiser evitar o doloroso sofrimento de carregar um vídeo do Youtube, a coisa também se pode traduzir na letra:
endless rain into a paper cup
They slither while they pass
They slip away across the universe
Pools of sorrow waves of joy
are drifting thorough my open mind
Possessing and caressing me
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
Images of broken light which
dance before me like a million eyes
That call me on and on across the universe
Thoughts meander like a
restless wind inside a letter box
they tumble blindly as
they make their way across the universe
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
Sounds of laughter shades of life
are ringing through my open ears
exciting and inviting me
Limitless undying love which
shines around me like a million suns
It calls me on and on across the universe
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
de "Across the Universe", dos Beatles.
Para quem se está a perguntar, "Jai guru deva om" é um mantra, que é uma expressão ou palavra utilizada em meditações para alcançar melhor o resultado da concentração, relaxamento e contemplação que se busca. Esta música foi escrita por John Lennon durante uma viagem à India em 1968, quando os Beatles estavam a aprender meditação transcendental com o o guru Maharishi Maheshi Yogi. Sem pedaços. Já agora, um abraço ao Helder, que sabe certamente isto melhor que eu.
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Frase do dia
Não é de hoje, mas de uma entrevista recente feita por Mário Crespo na SIC Notícias:
"Os homens, quando são grandes, estão condenados a entenderem-se."
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Real Life Shrek
Só agora fiquei a saber que o famoso Shrek foi inspirado numa pessoa real, de seu nome Maurice Tillet, que era este cavalheiro: (o da esquerda)
Eis a história conforme me chegou às mãos, via Ni (gracias, chica!):
Shrek existiu. E falava 14 idiomas.
O personagem de desenho animado que é sucesso em todo mundo foi criado a partir de uma máscara mortuária do francês Maurice Tillet. Poeta e actor, Tillet nasceu em 1903. Muito inteligente, falava 14 idiomas. Na adolescência, contraiu uma doença rara, chamada acromegalia, que causa a desfiguração de partes do corpo.
A transformação para um quase "monstro" não o abateu. Ele emigrou para os Estados Unidos e converteu-se num profissional da Luta livre, com o nome de "Assustador ogre do ringue". Lutou até quando pôde. Morreu em 1954, aos 51 anos, de um ataque cardíaco. Pouco antes, seu parceiro de partidas de xadrez, Bobby Managain, pediu para fazer um life cast (máscara mortuária)dele.
Tillet concordou e Bobby fez cópias em gesso da cabeça do amigo. Uma delas foi para o Museu internacional da Luta Livre, em Iowa. A outra foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo. Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek...
Ora aí está. Curiosamente, faz-me lembrar a minha professora de francês do sétimo ano.
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E esta sexta, ao vivo e a cores
...vou actuar mais uma vez no Live In Lisboa, o bar que acolhe os comediantes d'O Sindicato todas as semanas. A coisa começa como habitualmente lá para as onze. Apareçam! Prometo que não vai ser grande coisa!
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O vosso dia ainda não está mau o suficiente?
Então podem sempre piorar as coisas, clicando em play e vendo as minhas duas últimas actuações no programa "Sempre em Pé" da RTP2!!!
Curiosamente, os rapazes da RTP trocaram os nomes todos no Youtube. Muita informação, provavelmente...
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Heath Ledger, 1979-2008
Na verdade, não há muito para dizer. Prestes a completar 29 anos de idade, o actor Heath Ledger foi encontrado morto na sua casa em Soho, Nova Iorque, inanimado na cama e na companhia de vários comprimidos. Hoje deve ser feita a autópsia mas tudo aponta para um aparente suicídio, mas a realidade é que seja como for o cinema perde um jovem grande actor.
Este australiano estava decididamente no bom caminho. Quem o viu em "Coração de Cavaleiro" percebeu imediatamente que só mesmo um bom actor conseguiria sacar aquela interpretação num filme tão fraquinho, percepção que se viria a confirmar em "Brokeback Mountain". Actualmente a gravar o novo de Terry Gilliam (que parece assombrado por produções inacabáveis), Ledger andava nas bocas do mundo graças à sua recente participação no novo Batman, onde aparentemente desenvolveu o melhor Joker de todos os tempos.
Por cá aguardamos a estreia do filme, para ver o que promete ser a sua última grande interpretação. É pena.
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Coisas da Publicidade...
...um amigo meu aproveitou a Semana dos Bebés do Continente e comprou quatro, incluíndo uma menina de seis meses.
O Banif gastou 20 milhões de euros para mudar a imagem corporativa. Agora tem como símbolo o centauro, que é como quem diz "o nosso banco é tão credível como as figuras mitológicas", além da cor púrpura à qual eles chamam indigo. O novo slogan do banco é "A força de acreditar". Na verdade, é preciso ter força para acreditar que gastaram 20 milhões nisto.
No comunicado de imprensa, em que explicam alegremente esta operação estética, os senhores do banco açoriano dizem também que este rebranding, que começou com um teaser, está a ser transmitido num mix de comunicação num formato mais trendy e eye-catching, para lá da comunicação outdoor.
Fico feliz por eles.
E, se eles conseguissem fazer isto tudo em português, mais feliz ainda ficaria.
ADENDA: Onde em cima se lê "açoriano", deve-se ler "madeirense"
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O primeiro grande do ano
Que Ian McEwan é um grande escritor e que "Expiação" é um excelente livro, não deve ser novidade para ninguém. Agora, que um realizador seja capaz de transportar para película não só as palavras e a narrativa mas também a magia que se esconde por trás das linhas de parágrafos, isso já é outra coisa.
Preparem os Kleenex's: "Expiação" é daqueles filmes que obriga a emoção a dar de si, e sabe tão bem chorar num cinema por outros motivos que não o de ter pago bilhete...
Nem vou falar da interpretação de Keira Knightley, que enche o ar que a rodeia com uma sensualidade enigmática, nem de James McAvoy, que merecia o Óscar antecipado, ou da banda sonora, ou do design de época... Não vale a pena ir a detalhes, porque não sairíamos daqui. É que este é precisamente um filme de detalhes, de pormenor, de rigor, um exercício humano que ultrapassa a narrativa cinematográfica e transborda arte em todos os frames.
Acima de tudo e, ao contrário do que eu pensava, "Expiação" é um filme inesperado.
Vejam. E, se conseguirem se libertar da tensão a meio do filme, reparem também na cena da praia, com um dos mais longos, belos e certamente trabalhosos planos de steady-cam que alguma vez vi.
Cinco estrelas.
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Sentença(s) de vida
A reportagem, com a assinatura daquela que é provavelmente a melhor jornalista daquela casa, Amélia Moura Ramos, é o retrato de um dos casos neste país que colocam em questão várias decisões sobre a vida e sobre a morte, (como a reanimação insistida e a eutanásia).
Mas, neste caso, a história tem contornos ainda mais marcantes do que a habitual discussão ética destes tema.
Alexandra Crespo é mãe.
Durante vários anos, trabalhou com crianças com deficiência.
Há dois anos, a sua filha Matilde , então com 9 anos, sofreu um AVC que a lançou para a obscuridade de um estado vegetativo persistente.
A mãe de Matilde defende que há limites a que a medicina não obedece, questiona a utilidade da sobrevivência a todo o custo e diz que desejou que a sua filha não tivesse sido reanimada para uma vida sem sentido. "O que eu esperava é que a minha filha morresse, que não ficasse neste estado porque eu não quereria isso para mim. Não posso querer isso para uma pessoa que eu amo tanto como a minha filha", diz.
Esta mulher fala com a razão no coração e com o coração nas mãos, sem perder uma lucidez que por vezes, de tão nítida, magoa.
Com uma filha nos braços que já não passa de um vegetal, "o corpo da minha filha", como ela refere. Um corpo vivo de uma filha que já morreu.
E agora? Suporta-se a segunda morte de um mesmo filho? Deseja-se a perda de uma criança que, no fundo, já se perdeu?
A SIC portou-se com toda a dignidade perante o caso.
A reportagem foi bem estruturada e com a decência a que a jornalista já nos habituou. Em estúdio evitou-se o fácil convite de alguém "de fé" e manteve-se uma conversa com responsáveis claramente elucidados sobre a questão, guiados por uma Clara de Sousa também ela mãe, contida, visivelmente tocada, e por um Rodrigo Guedes de Carvalho sóbrio como sempre, que em cada pergunta mostrou porque é o melhor pivot deste país.
Precisamos de falar mais sobre estes casos.
Para lá das banalidades e misticismos "do que deus quer", já era hora de começarmos a discutir o que fazemos nós com as pessoas que nos rodeiam.
O que lhes fazemos, o que lhes destruimos e o que as impedimos de reconstruir.
É mais do que hora de falarmos de dignidade, de eutanásia e dos limites da medicina.
Porque a qualidade de vida passa também pelas questões da morte.
...
Em jeito de remate à história anterior, deixem que vos conte outra.
Quero contar-vos a história de Fred Knittle.
O Fred tem um problema cardíaco sério, mas gosta de cantar.
Esta música, que vão ouvir a seguir, era suposto ser cantada em dueto com um amigo seu, Bob Salvini.
Mas infelizmente, Bob morreu, e Fred acabou por a ter que cantar sozinho.
No público, estiveram presentes alguns familiares de Bob.
E Fred cantou:
When you get what you want but not what you need
When you feel so tired but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
Could it be worst?
Lights will guide you home,
And ignite your bones,
And I will try to fix you,
High up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
Tears stream down your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down on your face
And I will try to fix you
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Aumentem esse volume!!!
... e afastem as cadeiras e chamem os amigos e dancem e percebam porque é que o Bruce ainda é o Boss!!!
É o patrão Springsteen ao vivo em Dublin com "Pay Me My Money Down"... e vejam o final, brilhante!
Com um abraço para o Nuno Matos e com muita pena para as bandas portuguesas mas... quem sabe, sabe.
E pronto, agora sosseguem e relembrem o melhor momento do Live8, pelas mãos de Annie Lennox:
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Nota de rodapé
Não sabia que o casal McCann este ano tinha ido passar férias a Huelva.
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E a frase do dia é...
I Was An Atheist Until The Hindus Convinced Me That I Was God
0 pessoas mandaram bitaites Marcado como: pérolas
Sempre em Pé
Algumas fotos da minha ida ao "Sempre em Pé", na passada terça-feira. Como sempre, uma noite divertida, em boas companhias :)

Em cima, alguns retoques no texto antes da actuação; a Dorinha da produção e o mister realizador Teotónio e, em baixo, uma dupla pronta para gravar! (gracias, Dora!)


Em palco e em directo:

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Esquerda direita centro volver
Para quem ainda não percebeu qual a sua inclinação política, há sempre uma ferramenta interessante (embora não definitiva) on-line.
Ora experimentem o teste do The Political Compass e digam o que é que acharam.
Já agora, o meu resultado foi este:
...precisamente no pólo oposto do Bush:
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Por falar em atraso de vida
É nestas pequenas coisas que se vê (ou se pressupõe descobrir) o estado da nação.
Andamos nós aqui entretidos com a modernidade de fazer aeroportos e TGV's, embebecidos com tratados europeus e brilharetes diplomáticos, entusiasmados com telemóveis terceira geração e GPS's ultra modernos...
...e há coisinhas como esta que acabam por fazer engasgar o caroço.
Dizia a minha avó que no melhor pano cai a nódoa.
Eu explico.
Ora anda para aí muito boa gente feliz por dizer à boca cheia que Portugal é um estado laico, que somos modernaços e open-minded. O curioso é que acabo sem querer por descobrir que, entre outras lacunas semelhantes, não há uma única associação portuguesa inscrita na Internacional Humanista. E, por mais imbecil que vos possa parecer, é uma pena.
E eu explico, mais uma vez.
A Internacional Humanista, como eu lhe chamo, é na verdade a IHEU - International Humanist and Ethical Union, uma espécie internacional comunista mas que congrega em si vários grupos, movimentos e associações Humanistas espalhadas pelo globo.
Ou seja, uma espécie de Greenpeace filosófica que reúne em si os mais importantes núcleos activos do mundo, especialmente os ligados ao Humanismo Secular, corrente política/filosófica/social com a qual me identifico.
E, para quem não clicou no link acima ou/e ainda não sabe o que é o Humanismo Secular, não faz mal, porque eu também explico, de forma resumida.
O Humanismo Secular (também conhecido por Humanismo Laico) é um termo que tem sido usado nos últimos trinta anos para descrever uma visão de mundo que defende os seguintes pontos:
- as soluções e respostas para a humanidade encontram-se através do uso da razão, da ciência e recorrendo a factos;
- todos os dogmas, ideologias e tradições religiosas, políticas ou sociais devem ser avaliados e testados e não pura e simplesmente aceites por actos de fé
- a verdade é sempre uma busca constante, a nossa visão da verdade é sempre imperfeita e a única forma de andarmos com este planeta para a frente é se nos deixarmos de tretas e trabalharmos juntos a favor da evolução.
De forma bruta e resumida, é mais ou menos isto.
Quem quiser saber ainda mais, pode (e deve) dar uma espreitadela no site do Humanismo Secular Portugal.
Sim, há um grupo português, mas aparece fraquinho, disperso, ainda não registado no já referido IHEU, e ligado ao ainda jovem Movimento Liberal Social.
Esta ausência internacional é grave?
É. Estamos de fora de um movimento internacional onde até países como a Islândia, o Luxemburgo e a Nigéria participam activamente.
E nós, nada.
Como sempre, andamos a reboque da história e a nossa noção de Pensamento Contemporâneo existe sempre com um aparente atraso de meio século.
Já agora, uma vez que falei do MLS, deixem-me também acrescentar que estou curioso em relação a este pretendente a partido político.
Amanhã há uma reunião de simpatizantes e curiosos na Galeria Comercial do Palacio Sotto Mayor, na Av. Fontes Pereira de Melo, uma espécie de encontro descontraído, um happening na praça da alimentação. Eu vou lá e vou espreitar e conversar e tentar perceber se é desta. Está marcado para as 19:30h.
Já agora, apareçam também.
Pode ser o pontapé de saída para algo a sério.
É que já era tempo.
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A Estrada
Era inevitável, tendo especialmente em conta o furor que o mais recente filme dos irmãos Cohen tem vindo a fazer: o livro "A Estrada", de Cormac McCarthy, já está na calha para ser filmado.
Depois de "No Country For Old Man" este ano e de "All the Pretty Horses", em 2000, McCormac vê mais um dos seus romances a caminho de Hollywood.
Desta vez, o filme será realizado por John Hillcoat, realizador que assinou o interessante "Escolha Mortal", com argumento de Nick Cave e uma excelente interpretação de Guy Pearce, que aliás parece ser um dos nomes também envolvido nte "A Estrada", que relata a viagem dramática de pai e filho num cenário pós-apocalíptico.
Outros nomes em cima da mesa são também de peso: Charlize Theron e Viggo Mortensen...
Aguardemos, pois, tanto mais que há mais uma obra de McCarthy em pré-produção: pelo que se sabe, "Meridiano de Sangue" está em cima da mesa de Ridley Scott...
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Mais Indy
Fresquinhas que nem alfaces acabadinhas de colher, aqui ficam umas preciosidades para começarmos bem o ano cinéfilo.
São os primeiros still-shots da nova aventura de Indiana Jones, que já antes anunciara aqui.
Já sabem, cliquem nas imagens para ampliar.



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O Dia D. D de Digital, claro.
A série britânica Timewatch, da BBC, fez um episódio em que demonstra como é fácil, hoje em dia, reconstruir cenas visuais de grande aparato. Com recurso a 3 designers, uma câmara de vídeo, alguns acessórios e muito esforço, os rapazes lançaram-se no desembarque da Normandia, em meia dúzia de dias. Vejam e deliciem-se!
Tudo feito com software simples, três actores e um mínimo de meios.
Depois não venham dizer que não fazemos porque não há dinheiro...
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Safarizemos

Isto já não deve ser grande novidade para ninguém, mas a Apple tem disponível o seu browser Safari para utilizadores Windows. Sempre é uma alternativa ao Explorer e ao "não-assim-tão-fantástico-como-isso" Mozilla Firefox.
Quem quiser experimentar, basta ir a www.apple.com/safari/download/
É rápido, intuitivo. E bonitinho.
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