Tomem lá disto e embrulhem


Grande George.

Pois, estou vivo

Hoje, além do trabalho com o "Canção da Minha Vida", vou estar no último "Levanta-te e Ri", em Sobral de Monte Agraço. É o fecho. O encerramento.
No fim, haverá festa com direito a karaoke e tudo.~
Ena.

Bom, bom bom

...e hoje acordei a cantar esta:


(grande Nuno, obrigado por estes maravilhosos players!)

Geração Feist

Os rapazes vão querer me matar, mas aqui vai.
Durante as gravações do "A Canção da Minha Vida", temos vindo a recordar muitas coisas do passado... e uma delas, que imediatamente surgiu à memória, foi a recordação dos manos Feist...

O nosso Henrique...


... e o nosso brilhante maestro, que também já dava cartas ao piano...
Pois cá está: Nuno e Henrique, em grande.
(desculpem-me, rapazes, mas não resisti, eheheheh... e é uma honra trabalhar a aprender convosco!)

...


Hoje acordei a cantar esta.

Nos bastidores da canção

E este sábado lá estreámos "A Canção da Minha Vida", programa que a nós, na produção, nos tem vindo a roubar várias horas de sono. Apresentado por Isabel Angelino, é gravado a meio da semana, nos gigantescos estúdios na Venda do Pinheiro.
Esta semana, para a estreia, os nervos eram mais que o habitual, é claro. Enquanto no plateau se afinavam instrumentos, na régie afinava-se a equipa e os meios para trazer à vida esta grande produção. Um já está. Agora só faltam sete.

O rio rosa

Seis e meia da manhã. Depois de uma noite quente a escrever um guião ao som de Radiohead, Keith Jarret e The Avalanches, decido tomar um café, daqueles de máquina com direito a copinho de plástico. Em cima de uma das trotinetes que temos cá no sítio, atravesso o escritório em direcção à cafetaria e descubro, pela varanda, que o dia está a nascer. O sol ergue-se sobre a cidade e o céu acorda, ainda confuso nas suas cores: à minha esquerda, sobre a ponte e a Expo, nuvens esparsas parecem querer fugir da luz amarela em direcção ao azul pintado de fresco; há um laranja que se esbate na palete de cores e que se confunde com a neblina púrpura.
E o Tejo é cor-de-rosa.
Á minha frente rodopia uma, outra e outra vez uma andorinha grande, enorme, do tamanho de um pombo (pelo menos parece do tamanho de um pombo).
O calor adormeceu, cansado da noite longa, mas o chão da varanda ainda está morno.
Lisboa é linda, e o novo dia também.

O café está a arrefecer.

Música do Coração

Entre outras coisas, estou neste momento envolvido com a produção do novo programa para a RTP Música do Coração, que estreia da 22.
E, também entre outras coisas, estou em busca de histórias de vida que estejam ligadas a uma música portuguesa.

E preciso da vossa ajuda.

Têm alguma música portuguesa que vos tenha marcado por alguma razão especial?
Conhecem alguém que tenha tido um episódio de vida, um acontecimento, que de alguma forma esteja relacionado com um tema musical português?
Digam-me. Escrevam para correiomoura@gmail.com.
Conto com vocês!

Oito ou oitenta

Esta vida tem destas coisas, tanto anda moribunda como, de repente, acelera que nem doida.
Ando com a agenda bem preenchida - e por isso tenho andado meio desligado aqui do blog.
Além dos espectáculos habituais (ainda este sábado estive em Barcelos, numa noite agradável de esplanada), tenho também a peça às quintas-feiras (ainda não foste ver, porquê?).
Além disso estou a trabalhar como guionista em dois novos projectos de televisão e um deles está a ocupar-me por completo o "day-time".

Como se não bastasse, tenho que arranjar tempo para dar uma escapadinha a uma esplanada para atacar uns caracóis e uma bejeca.
Num é fácil.