Are you a hitchhiker?

a que horas passa o autocarro?
É o meu mais recente vício:
"The Hitchhiker's Guide to the Galaxy" de Douglas Adams é um daqueles livros que se lêem, guardam, relêem e convém ter sempre à mão.
Já me tinham falado do livro e da série de tv mas eu continuava à espera de uma tradução portuguesa. Entretanto, soube que vem aí o filme e decidi comprar o original, em inglês. E foi o que fiz ontem: comprei a edição inglesa na FNAC e caí no erro de espreitar o início do livro... de ontem para hoje já devorei cerca de 180 páginas e estou com medo que o livro acabe.
No que seria o primeiro da cerca de dúzia de livros que escreveu antes da sua súbita morte, em 2001, Adams leva-nos numa aventura extraordinária através da galáxia, logo a seguir à destruição da Terra por extraterrestres (não foi maldade, foi uma questão de vias municipais espaciais), em que um humano se vê cara a cara com outros mundos, outros seres e outras realidades... altamente improváveis.
Não é bom: é imprescindível. Adams consegue a proeza de, em cada parágrafo, nos arrancar uma gargalhada.
Alguns aperitivos:

"You know," said Arthur, "it's at times like this, when I'm trapped in a Vogon airlock with a man from Betelgeuse, and about to die of asphyxiation in deep space, that I really wish I'd listened to what my mother told me when I was young."
"Why, what did she tell you?"
"I don't know. I didn't listen."

"Rome wasn't burned in a day."

"One's never alone with a rubber duck."

"He expanded his chest to make it totally clear that here was the sort of man you only dared to cross if you had a team of Sherpas with you."

E pronto. Vou ler mais um bocadinho.

2 comentários:

S. disse...

Depois empreeeeesta!

Vera disse...

é excelente mesmo... mal posso esperar pelo filme!