O amor é cego

Isto explica muita coisa, especialmente a moda do tunning entre os amantes dos automóveis.

10 comentários:

marsalho disse...

Nem ia tão longe. Basta olhar para alguns casalinhos que por aí andam.

S. disse...

E as namoradas deles!... Oh marsalho, por aqui!? Vieste tirar-me as palavras da boca, moço!
Será que os txunnantes também fazem txunning às namoradas, assim tipo, airbag Copa D e aileron arrebitado?

marsalho disse...

LOL! É verdade. Por aqui também. Quem diria, ne?

Triologia do Zum zUm zuM disse...

Gostei de te ver hoje.

Segundo zUm

S. disse...

E voltaste!?
Não tens nada para comentar no MEU blog, ein? E para postar no teu? A bere! (também só cá vim para ver se cá tinhas voltado! LOOOLOLOLL)
Desculpa Carlos, sarává, saravá!

Patrícia El Graxa disse...

Glup...essa carapuça serviu a alguém?!?!...

Cuca disse...

sim realmente o amor é bastante cego... eu k o diga, né?

S. disse...

Mais um comentário não dirigido ao CM (eh pah, eu sou quase tão vedeta como tu).
Eu queria só esclarecer que o meu segundo comentário se dirigia ao meu bom velho marsalho e não a quem se interpôs de caminho. Pronto. Esclarecida, Zum Zum?

Anónimo disse...

Sempre a Amante Ultrapassa o Amado

O destino gosta de inventar desenhos e figuras. A sua dificuldade reside no que é complicado. A própria vida, porém, tem a dificuldade da simplicidade. Só tem algumas coisas de uma dimensão que nos excede. O santo, declinando o destino, escolhe estas coisas por amor a Deus. Mas que a mulher, segundo a sua natureza, tenha de fazer a mesma escolha em relação ao homem, isso evoca a fatalidade de todos os laços de amor: decidida e sem destino, como um ser eterno, fica ao lado dele, que se transformará. Sempre a amante ultrapassa o amado, porque a vida é maior do que o destino. A sua entrega quer ser sem medida: esta é a sua felicidade. A dor inominada do seu amor, porém, foi sempre esta: exigirem-lhe que limitasse essa entrega.

Rainer Maria Rilke, in 'As Anotações de Malte Lauridis Brigge'

S. disse...

(speechless)